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Rogério Marinho chegará com Bolsonaro ao Mossoró Cidade Junina no dia 13 de junho

Confira a Coluna Opinião desta terça-feira 3
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03/06/2025 | 06:56

Até o fechamento desta edição, a Coluna Opinião não conseguiu confirmar se haverá algum compromisso com o prefeito Allyson Bezerra (União) na agenda da nova visita do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ao RN. Mas Bolsonaro estará em Mossoró. Acompanhado do pré-candidato ao Governo Rogério Marinho (PL), Bolsonaro vai desembarcar na capital do Oeste na noite do dia 13 para participar do Mossoró Cidade Junina, festa promovida pela Prefeitura.

A agenda continua no dia 14. Em Mossoró, Bolsonaro e Rogério farão uma visita ao Anel Viário. Depois, o ex-presidente receberá um título de Cidadão Mossoroense. Em seguida, participa do “Seminário Rota 22”, no Garbos Hotel, onde também ficará hospedado.

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Acompanhado do pré-candidato ao Governo Rogério Marinho (PL), Bolsonaro vai desembarcar na capital do Oeste na noite do dia 13 - Foto: Reprodução Instagram

Segundo bolsonaristas da capital do Oeste, a presença de Jair Bolsonaro não foi combinada com Allyson Bezerra. Em 2022, o prefeito não declarou apoio ao ex-presidente, que perdeu em Mossoró com quase 40 mil votos de maioria para o presidente Lula (PT). O petista teve 63,31%, e Bolsonaro somou só 36,69%.
A obra do Anel Viário 15 de Março teve R$ 40 milhões liberados quando Rogério Marinho ocupava o Ministério do Desenvolvimento Regional no governo Bolsonaro.

Vamos aguardar se o prefeito Allyson vai acompanhar alguma agenda com Bolsonaro.

TESTE

A presença de Jair Bolsonaro com Rogério Marinho será um teste para a tentativa de união da oposição ao Governo Fátima Bezerra (PT). Se o prefeito de Mossoró acompanhar pelo menos a entrega do título de cidadão, já é uma sinalização. Caso receba Bolsonaro e Rogério no camarote da Prefeitura no Mossoró Cidade Junina, terá sido iniciado um processo avançado na construção de união entre PL e os demais.

EXPECTATIVA

Outro nome da oposição que evita agendas do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no Estado é o senador Styvenson Valentim (PSDB), que a direita apoia no Rio Grande do Norte. Da última vez que veio ao RN, Bolsonaro não viu a cor de Styvenson. Será que o senador parceiro de Rogério Marinho vai prestigiar seu aliado local em algum dia da agenda bolsonarista?

MAL SÚBITO

O ex-deputado Cláudio Porpino foi forte em 2023, quando ficou quatro meses internado, incluindo dois meses na UTI, devido a problemas nos rins. Mas, nesta segunda-feira 2, o abecedista roxo não resistiu a um mal súbito em casa. O velório e sepultamento serão hoje.

CONSTRUINDO

O presidente da Câmara Municipal de Natal, Eriko Jácome (PP), cuida em trabalhar para ser deputado no próximo ano. No fim de semana, ele ampliou suas ações de saúde pelas zonas Norte e Oeste da capital, promovendo ações sociais com atendimentos gratuitos à população. Ériko tem o apoio do prefeito Paulinho Freire (União) para ser deputado federal.

DEFESA

Líder da oposição no Senado, o potiguar Rogério Marinho saiu em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em depoimento prestado ao Supremo Tribuna Federal ontem em Brasília. “De maneira nenhuma, o presidente [indicava qualquer pretensão de ruptura com a democracia]. Em todos os momentos que estive no Palácio, se falava de organização partidária e preparação para as eleições para o comando do Congresso”, disse.

DESCUMPRINDO

O Rio Grande do Norte consta na lista de 13 estados que descumprem o prazo legal para analisar as medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha. Uma reportagem foi destaque na Folha de S. Paulo. A legislação estabelece que pedidos de proteção às mulheres devem ser analisados pelo Judiciário em até 48 horas.

JUSTIFICATIVA

Segundo o juiz Fábio Ataíde, que atua no Rio Grande do Norte, as medidas protetivas nos cinco juizados especializados do TJRN são geralmente analisadas dentro do prazo legal. O prazo se estende, porém, quando o juiz determina diligências antes de decidir sobre o pedido. Em outros casos, a concessão ocorre dentro do prazo legal, mas os dados apontam atrasos porque o sistema registra a análise apenas após o auto de prisão do acusado.