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Opinião

A resposta de Rogério, Styvenson e Paulinho para às declarações de João Maia sobre Allyson ser favorito

Confira a coluna Opinião desta quinta-feira 10
Opinião
10/07/2025 | 05:01

O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União), é o nome mais viável para a disputa do Governo do Estado nas eleições de 2026, declarou o deputado federal João Maia (PP). “Por todas as circunstâncias, Allyson é franco favorito nessa composição”, disse. Para João Maia, Allyson ganha força na disputa por transitar entre vários campos políticos.

A resposta veio da primeira-dama de Natal, Nina Souza (União), que fez um post em suas redes sociais. Na foto, o trio Rogério Marinho (PL), Styvenson Valentim (PSDB) e Paulinho Freire (União). “Muito amor pelo RN e pelo Brasil”, escreveu Nina, na legenda.

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Foto: Reprodução/Instagram

Os dois senadores compartilharam a postagem nas redes sociais e mostraram o desejo de união dos três para 2026. Paulinho, mesmo sendo do União Brasil, não esconde sua preferência por Rogério e Styvenson.
A postagem, portanto, não é gratuita. Serve para que não restem dúvidas.

COBRANÇAS

Nos bastidores da federação União Brasil-PP, se cobra qual será a posição do prefeito de Natal. Mesmo filiado ao União Brasil, Paulinho não demonstra intresse de ter Allyson Bezerra como candidato a governador. Ora alguns acham que Paulinho vai tentar unir todos no nome de Allyson, ora a direita tem certeza que o prefeito de Natal vai retribuir o apoio de 2024 e acompanhar a decisão de Rogério e Styvenson.

VICE

Para João Maia, a definição do vice de Allyson Bezerra dependerá dessa articulação e citou Paulinho Freire como figura central. “O vice precisa somar votos. Paulinho precisa ser escutado antes de decidir essa questão. Ele é um nome de peso, com trajetória, articulação e leitura política”, declarou, na entrevista que concedeu a 98 FM de Natal.

GOLPE

Na oposição, todos sabem o bolsonarismo e a direita não aceitam apoiar a reeleição da senadora Zenaide Maia (PSD). Publicamente, Styvenson Valentim (PSDB) rejeita a ideia de fazer dobradinha com ela e já lançou o presidente da Femurn, Babá Pereira (PL). Então Allyson Bezerra vai segurar a mão de Zenaide ou pode abandoná-la para fazer uma aliança com a direita?

REPERCUSSÃO

A nomeação da nutricionista Ana Luísa Canário Carlos de Andrade no cargo de coordenadora de Gestão Integrada da Secretaria Municipal de Governo de Natal, diretamente ligada ao prefeito Paulinho Freire, repercutiu. Ela é namorada de Styvenson . Antes, havia sido nomeada em 27 de novembro de 2024 para o cargo de assistente parlamentar da Segunda-Vice-Presidência do Senado, com salário de R$ 16.112,25. Pouco mais de 30 dias após a nomeação, Ana Luísa foi exonerada e foi para a Prefeitura.

SANTA CRUZ

O desembargador Claudio Santos, do TJRN, atendeu a um pedido do ex-prefeito de Santa Cruz Ivanildinho e retirou o segredo de Justiça de dois processos, por entender que não se justifica mais diante do interesse público na transparência e do direito de acesso às informações. O magistrado também revogou todas as medidas cautelares diversas da prisão que haviam sido impostas na primeira instância. Os fatos investigados ocorreram em janeiro de 2025.

VAGAS

O presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), admitiu que irá promulgará imediatamente o projeto que aumenta o número de deputados federais e consequentemente os estaduais , caso o presidente Lula não sancione a lei. O Palácio do Planalto já afirmou que é “pouco provável” que Lula sancione o texto.

PRAZO

O projeto de lei foi aprovado pelo Congresso no dia 26 de junho. A data limite para a sanção presidencial é dia 16 de julho, ou seja, na próxima semana. A Constituição, no artigo 66, define prazo de 15 dias para o presidente da República sancionar ou vetar de forma parcial ou integral os projetos de lei aprovados na Câmara e no Senado. Passados os 15 dias sem sanção ou veto, “o silêncio do Presidente da República importará sanção”, diz a Constituição. Caso a lei não seja promulgada em 48 horas pelo presidente da República, cabe ao presidente do Senado assinar o ato que coloca a legislação em vigor.