A vereadora de Natal Nina Souza (PL) assumiu a liderança das intenções de voto para deputada federal no Rio Grande do Norte, enquanto Tomba Farias (PL) segue à frente na corrida pelas vagas da Assembleia Legislativa. É o que mostra a nova pesquisa do Instituto Exatus, contratada pelo Grupo Agora RN, que edita os jornais Agora RN e O Correio de Hoje.
Na disputa federal, Nina aparece com 4,08%, seguida pela deputada Natália Bonavides (PT), com 2,91%. Na pesquisa anterior, realizada no fim de maio, Natália liderava com 3,44%, e Nina tinha 2,42%. De uma rodada para outra, a vereadora cresceu 1,66 ponto percentual, enquanto a petista oscilou negativamente 0,53 ponto.

General Girão (PL) ocupa a terceira posição, com 2,70%, ante 1,59% em maio. Em seguida, aparecem Benes Leocádio (União), com 2,65%; Thabatta Pimenta (PV), com 2,33%; Sargento Gonçalves (PL), com 2%; Robinson Faria (PP), com 1,96%; Dr. Bernardo Amorim (PV), com 1,77%; João Maia (PP), com 1,68%; e Juninho Saia Rodada (PL), com 1,55%.
Também alcançaram pelo menos 1% Cabo Deyvison (PL), com 1,37%; Coronel Brilhante (PL), com 1,32%; Odon Júnior (PT), com 1,24%; Kelps Lima (União), com 1,16%; e Carla Dickson (PL), com 1%. Alguns dos nomes citados não serão candidatos, mas a pesquisa é espontânea — o que permite que o eleitor manifeste intenção de voto em qualquer nome.
Apesar da movimentação entre os candidatos, 61,56% dos eleitores ainda não sabem em quem votar para deputado federal. Em maio, eram 66,84%, o que representa uma redução de 5,28 pontos agora. Outros 3,58% disseram que não escolheriam nenhum nome, ante 6,60% no levantamento anterior.
A Exatus ouviu 1.500 eleitores em todas as regiões do Rio Grande do Norte entre 7 e 10 de julho. A margem de erro é de 2,53 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado sob os números RN-02620/2026 e BR-07763/2026.
Veja os citados para deputado federal
- Nina Souza – 4,08%
- Natália Bonavides – 2,91%
- General Girão – 2,70%
- Benes Leocádio – 2,65%
- Thabatta Pimenta – 2,33%
- Sargento Gonçalves – 2,00%
- Robinson Faria – 1,96%
- Dr. Bernardo Amorim – 1,77%
- João Maia – 1,68%
- Juninho Saia Rodada – 1,55%
- Cabo Deyvison – 1,37%
- Coronel Brilhante – 1,32%
- Odon Júnior – 1,24%
- Kelps Lima – 1,16%
- Carla Dickson – 1,00%
- Fernando Mineiro – 0,83%
- Candidato do PT – 0,57%
- Pedro Filho – 0,54%
- Candidato do PL – 0,53%
- Ubaldo Fernandes – 0,27%
- Tomba Farias – 0,24%
- Dr. Keginaldo Jácome – 0,19%
- Candidato do Mato Grande – 0,18%
- Walter Alves – 0,18%
- Garibalde Leite – 0,17%
- Candidato do prefeito de São Tomé – 0,15%
- Candidato da prefeita de Pendências – 0,14%
- Dani Ribeiro – 0,12%
- Matheus Faustino – 0,12%
- Brisa Bracchi – 0,10%
- Divaneide Basílio – 0,09%
- Júlio César – 0,08%
- Daiana Valentim – 0,07%
- George Soares – 0,07%
- Dr. Heider Irinaldo – 0,05%
- Rafael Motta – 0,05%
- Candidato do prefeito de Caraúbas – 0,04%
- Candidato do prefeito de São Gonçalo do Amarante – 0,04%
- Candidato do prefeito de Touros – 0,04%
- Não sabe: 61,56%
- Nenhum: 3,58%
Como funciona a eleição proporcional
Em 2026, o primeiro turno das eleições acontecerá no dia 4 de outubro (um domingo). Os eleitores vão às urnas para eleger deputados estaduais (24 no RN), deputados federais (8 no RN), senadores (2 por estado), governadores (1 por estado) e presidente da República. Os mandatos dos eleitos terão duração de quatro anos, exceto os dos senadores, que vão durar oito anos. A posse dos deputados estaduais e federais para a nova legislatura acontecerá em 1º de fevereiro de 2027.
No Brasil, a eleição para deputados estaduais e federais segue o sistema proporcional de lista aberta, no qual o eleitor vota diretamente em um candidato ou apenas no partido. Primeiro, calcula-se o quociente eleitoral (total de votos válidos dividido pelo número de vagas), que define quantas cadeiras cada partido ou federação terá direito. Em seguida, dentro de cada legenda, as vagas são distribuídas aos candidatos mais votados individualmente.
Assim, o desempenho coletivo do partido influencia o resultado, e candidatos com menos votos podem ser eleitos se a legenda alcançar um bom total, enquanto outros com votação expressiva podem ficar de fora caso o partido não atinja o quociente necessário.