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Política

Bolsonaristas ocupam Mesa do Senado e prometem não sair até Congresso reagir à prisão de Bolsonaro

Grupo promete permanecer no local até que haja resposta do Congresso à prisão e às sanções impostas ao ex-presidente Jair Bolsonaro pelo STF; deputados também planejam ocupação na Câmara
Redação
05/08/2025 | 13:35

Senadores bolsonaristas ocuparam a Mesa Diretora do plenário do Senado na tarde desta terça-feira 5. O grupo promete permanecer no local até que a Casa dê uma “resposta” à prisão e às demais sanções impostas pelo ministro do Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

Estão sentados na Mesa do plenário os senadores Damares Alves (Republicanos-DF), Jorge Seif (PL-SC), Jaime Bagattoli (PL-SC), Izalci Lucas (PL-DF), Eduardo Girão (Novo-CE) e Magno Malta (PL-ES). Este último ocupa a cadeira do presidente Davi Alcolumbre (União-AP).

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Senadores ocuparam Mesa do Senado e prometem sair só após Congresso reagir à prisão de Jair Bolsonaro - Foto: Instagram / Reprodução

Em publicação nas redes sociais, Eduardo Girão disse que o objetivo é atuar para “devolver a democracia ao Brasil (hoje estamos em flagrante estado de exceção)”.

Damares Alves afirmou em entrevista ao portal Metrópoles que ela e os demais senadores bolsonaristas não pretendem levantar da Mesa nem mesmo quando Alcolumbre chegar para presidir a sessão. “E ele nãao vai mandar a polícia retirar uma senadora idosa”, afirmou a parlamentar do Distrito Federal.

Bolsonaristas prometem repetir gesto na Câmara

Líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ) afirmou que os deputados federais bolsonaristas também pretendem ocupar a mesa diretora da Casa nesta terça-feira, quando o presidente Hugo Motta (Republicanos-PB) passará o dia fora de Brasília.

Mais cedo, em coletiva de imprensa, a oposição já tinha anunciado que entraria em obstrução total. “Vamos, a partir de agora, entrar em obstrução total na Câmara. Segundo informações, também no Senado. Não vamos recuar enquanto não houver caminhos para a pacificação”, disse o líder do PL.

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