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Informe do Correio

Informe do Correio: José Dias vê Tomba ou Kleber no lugar de Ezequiel de Souza

Confira os destaques da coluna Informe do Correio, publicada em O CORREIO DE HOJE nesta sexta-feira 8
Por O Correio de Hoje
08/05/2026 | 15:49

O deputado estadual José Dias (PL) projetou dois cenários para a sucessão de Ezequiel Ferreira (PSDB) na presidência da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte. Ezequiel comanda a Casa desde fevereiro de 2015 e foi reconduzido para o biênio 2025/2026, período nal do atual mandato da Mesa Diretora. Em entrevista à Mix FM, José Dias a rmou que a de nição do futuro presidente da ALRN tende a depender diretamente do resultado da eleição para o Governo do Estado em 2026. Para ele, se o ex-prefeito de Natal Álvaro Dias (Republicanos) vencer a disputa, o nome mais provável para suceder Ezequiel seria Tomba Farias (PL), atual 1º secretário da Assembleia.

“Se for Álvaro, a maior possibilidade hoje é que se fala, está em Tomba”, disse o deputado.

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Já em caso de vitória do prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil), José Dias apontou Kleber Rodrigues (PP), atual 1º vice-presidente da Casa, como nome mais forte para assumir o comando do Legislativo estadual. Segundo ele, Kleber teria vantagem pela ligação política e pela in uência no grupo aliado a Allyson.

“Se for o Allyson, eu acho que também, pela ligação, pela in uência que tem atualmente na campanha, eu acho que é Kleber”, a rmou.

Sobre um eventual governo de Cadu Xavier (PT), José Dias disse não saber apontar um nome. O deputado a rmou ainda não acreditar que o petista chegue ao governo e avaliou que o PT não tem hoje um quadro claramente colocado para comandar a Assembleia.

Samada diz que Bolsonaro não pagou Natal

A vereadora de Natal e pré–candidata ao Senado Samanda Alves (PT) esteve com o prefeito Paulinho Freire (União Brasil) para tratar das obras travadas na capital e contestou a versão de que o governo Lula ou o PT estariam segurando recursos federais do município. Segundo ela, os convênios cobrados pela Prefeitura têm origem em emendas de 2021 e 2022, ainda do governo Jair Bolsonaro, mas não receberam pagamento naquele período.

“Esses seis convênios são todos de emendas parlamentares de 2021 e 2022 do governo federal passado. O governo federal passado não pagou um real dessas emendas. Todos os recursos recebidos dessas emendas foram no governo do presidente Lula”, a rmou Samanda, em entrevista à TV Ponta Negra.

O encontro com Paulinho ocorreu em meio à cobrança da Prefeitura sobre cerca de R$ 41 milhões em recursos federais que, segundo a gestão municipal, estariam travando obras de mobilidade, infraestrutura e saúde. A vereadora Nina Souza (PL) alegou que obras iniciadas na gestão Álvaro Dias (PL) não foram concluídas porque recursos federais e emendas “ainda estão represados”. Já o secretário municipal de Planejamento, Vágner Araújo, a rmou que contratos com a União seguem sem execução nanceira regular e que há obras há mais de um ano sem novos repasses.

Samanda disse ter mostrado a Paulinho informações do Portal da Transparência e colocado seu mandato à disposição para ajudar a destravar os recursos. Segundo relato dela ao Diário do RN, o prefeito agradeceu e a rmou que “o que chegasse pelas nossas mãos seria divulgado”.

A petista a rmou ainda que mais de R$ 12 milhões já foram liberados neste ano e que, em alguns convênios, havia dinheiro em conta aguardando execução da Prefeitura. “O governo federal não pode repassar mais recursos enquanto não forem utilizados os recursos que estão na conta”, disse.

Fim da 6×1 pode gerar demissões, diz Rogério

O senador Rogério Marinho (PL) a rmou que o m da escala 6×1, se aprovado sem compensações às empresas e sem diferenciação entre setores, pode provocar demissões, aumento de preços e fechamento de pequenos negócios. Para ele, o debate vem sendo conduzido pelo governo Lula (PT) como “oportunismo eleitoral” e apresentado à população de forma simpli cada, como se a única questão fosse trabalhar menos ganhando o mesmo.

“Não se perguntou a essas pessoas, por exemplo, se isso acontecer e ao mesmo tempo diminuir os empregos, se isso acontecer e ao mesmo tempo aumentar o preço dos produtos e serviços”, disse. Rogério citou pequenos mercados, comerciantes e prestadores de serviço como setores mais vulneráveis a uma mudança imposta sem transição. Sérgio Alexandre, Tirol Aline Cristina, Neópolis A discussão tramita em comissão especial da Câmara dos Deputados, que analisa propostas de redução da jornada e m da escala 6×1, usada em áreas como comércio, supermercados, restaurantes, hotéis, segurança, limpeza, saúde e parte da indústria.

Segundo Rogério, o Brasil tem cerca de 110 milhões de pessoas na População Economicamente Ativa, das quais 40 milhões são trabalhadores com carteira assinada. Entre os celetistas, de 10 milhões a 11 milhões estariam na escala 6×1. Ele também a rmou que a jornada média do trabalhador celetista já é de 38,4 horas semanais, abaixo do limite constitucional de 44 horas.

O senador defendeu que a jornada continue sendo negociada entre empresas e trabalhadores, como previsto na reforma trabalhista de 2017, da qual foi relator. “Se você vai diminuir a jornada, então diminua o custo de contratação”, a rmou.