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Educação

Governo admite possível atraso na aprovação e implementação do Novo Ensino Médio, com o risco de ficar para 2026

O texto está em análise na comissão do Senado, mas não há garantia de aprovação para o primeiro semestre
Redação
19/05/2024 | 11:03

Lideranças associadas ao governo federal já reconhecem a possibilidade de atraso na aprovação do Novo Ensino Médio pelo Congresso, com chances de ocorrer em junho — ou até mesmo no segundo semestre.

O governo federal esperava que o texto fosse aprovado o mais rapidamente possível para iniciar a implementação nas redes de ensino do país em 2025.

Renegociação especial do Fies foi publicada nesta segunda-feira 6 / Foto: Agência Brasil
Estudante em sala de aula - Foto: Agência Brasil

No entanto, entidades ligadas à educação temem que a introdução do modelo só comece em 2026 se o texto não for aprovado e sancionado entre maio e junho.

A matéria foi aprovada pela Câmara em março deste ano e agora está em tramitação na Comissão de Educação do Senado, sob relatoria da senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO).

O projeto de lei (PL) 5230/23 altera aspectos da reforma do Ensino Médio aprovada em 2017, durante o mandato do ex-presidente Michel Temer (MDB), que recebeu críticas de diversas entidades de educação. As modificações foram propostas pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A legislação aprovada durante a gestão de Temer distribuía a carga horária total do ensino médio da seguinte maneira: 1.800 horas para a formação geral básica, com disciplinas obrigatórias, e 1.200 horas para itinerários formativos, abrangendo áreas como linguagens, matemática, ciências da natureza e ciências humanas.

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