Sal Rosa X Sal Marinho
Vendido em moedores mais atraentes que os tradicionais sacos e em cores que variam do rosa ao preto, o sal ganhou novos nomes e status de uns anos para cá. Ele também saiu da cozinha e invadiu o mercado de beleza e de autocuidado: já é possível mergulhar em piscinas com sal em spas, que ajudam no tratamento de doenças como psoríase.
Mas, você sabe a diferença entre o sal rosa do himalaia e o sal marinho? Vou te contar: é que ele é mais bonito e mais caro. Será que vale a pena mesmo utilizar e investir no sal rosa? Vamos lá!


1. Se você utiliza o sal rosa achando que terá menos sódio, perceba que a diferença é irrelevante. A diferença do sal rosa para o tradicional são as vitaminas e minerais que contém no mesmo, sendo essas em valores insignificantes!
2. Para ter uma quantidade significativa, teria que aumentar mais ainda o seu consumo e não seria o ideal.
3. Além de você pagar mais que o dobro, ainda corre o risco de comprar um produto falsificado! Muito cuidado!
O sal rosa, apesar de ser retirado das montanhas, é uma espécie de sal marinho e todo sal marinho leva resíduos da região de onde foi retirado. A diferença entre os sais pode ser a quantidade de resíduos, impurezas, algas… Mas isso não tem grande impacto na qualidade do sal. Algumas características, como o sabor, podem ser próprias de cada tipo, mas não existem diferenças relevantes em relação ao valor nutricional. De qualquer forma, o importante é manter a ingestão de sal limitada a cinco gramas por dia, conforme é recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
Essa quantidade garante a quantidade necessária de iodo para o funcionamento dos hormônios da tireoide, por exemplo. Mas a fama de mau não é sem motivo: abusar do sal pode trazer consequências como pressão alta, câncer gástrico, doenças cardiovasculares e renais. Resumindo, NÃO vale a pena o investimento no sal rosa. A única diferença grande entre eles é o preço! Decepcionado (a) ou já sabia?