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Alagamentos

Prefeito de Natal busca recursos em Brasília para obras contra chuvas

Paulinho Freire afirma que ações preventivas evitaram cenário pior, mas defende soluções definitivas para problemas crônicos
Agora RN
18/03/2025 | 06:05

O prefeito de Natal, Paulinho Freire (União), viajou a Brasília nesta segunda-feira 17, para buscar recursos federais destinados a obras de infraestrutura que possam resolver os problemas crônicos de alagamentos na cidade. Ele afirmou que as ações preventivas realizadas pela prefeitura evitaram um cenário pior durante as recentes chuvas, mas reconheceu que “aconteceram algumas incorrências”.

“Fizemos um balanço total do que aconteceu. A prevenção funcionou, senão seria muito pior”, disse o prefeito. Ele citou o trabalho das secretarias municipais, que agiram rapidamente para atender às comunidades afetadas. “Várias ruas ficaram alagadas, mas a nossa equipe da Seinfra (Secretaria Municipal de Infraestrutura) e a Defesa Civil trabalharam para amenizar os impactos”, explicou, em entrevista à TV Ponta Negra.

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"Chega de paliativos: queremos resolver de uma vez por todas os alagamentos em Natal", diz prefeito. | Foto: José Aldenir / AGORA RN

Paulinho admitiu que a cidade ainda sofre com problemas antigos, especialmente em regiões com lagoas e sistemas de drenagem inadequados. “Precisamos ir atrás de recursos para resolver, de uma vez por todas, esses problemas crônicos que acontecem sempre que chove muito aqui em Natal”, afirmou.

O prefeito criticou as soluções temporárias adotadas no passado e defendeu a necessidade de investimentos em obras permanentes. “Estamos levando projetos a Brasília para que a gente não faça mais paliativos. Queremos obras que resolvam definitivamente”, declarou. Ele não detalhou os valores necessários, mas enfatizou que a prioridade são áreas com histórico de alagamentos, como as lagoas da cidade.

Enquanto aguarda a liberação dos recursos, a prefeitura mantém equipes em alerta para atender ocorrências causadas pelas chuvas. “O balanço geral foi positivo, mas sabemos que há muito a ser feito”, concluiu Paulinho Freire.

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