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Coluna
Ney Lopes: Centenário de Leonel Brizola
Veja a coluna de Ney Lopes deste sábado 22 de janeiro
Ney Lopes
22/01/2022 | 09:41

Hoje, 22, o centenário de nascimento de Leonel Itagiba de Moura Brizola, um dos homens que mais influíram na vida política nacional, no século passado. De origem humilde, foi na juventude engraxate e carregador de malas. Elegeu- -se deputado estadual, em seguida deputado federal, prefeito de Porto Alegre, governador do Rio Grande e, duas vezes, do Rio de Janeiro. Carreira longa, que só começaria a ser atropelada, quando aceitou ser vice na chapa de Lula.

Centenário de Leonel Brizola

SOCIALISMO. Na tentativa de chegar à presidência da República pregou o chamado socialismo democrático, que aquela época prosperava na Australia e países escandinavos. Na sua caminhada política foi combatido por radicais da direita e de esquerda. Pelo oposição que fez, em relação a queda de João Goulart em 1964, recebeu severas sanções dos governos militares.

EDUCAÇÃO. A marca deixada por Leonel Brizola está na área de educação. Os Centros Integrados de Educação Pública (CIEPs) foram um projeto educacional de autoria do antropólogo Darcy Ribeiro que o considerava “uma revolução na educação pública do País”. Implantado inicialmente no estado do Rio de Janeiro, no Brasil, ao longo dos dois governos de Leonel Brizola, tinha como objetivo oferecer ensino público de qualidade, em período integral, aos alunos da rede estadual.

CIEPS. O horário das aulas estendia-se das 8 às 17 horas, oferecendo, além do currículo regular, atividades culturais, estudos dirigidos e educação física. Os CIEPs forneciam refeições completas a seus alunos, além de atendimento médico e odontológico. A capacidade média de cada unidade era para mil alunos.

ANÁLISE. A presença de Brizola na política nacional comporta ainda estudos e análises, diante das controvérsias provocadas por suas teses e ações administrativas.

Olho aberto

CARGO. A ex-chanceler da Alemanha Ângela Merkel rejeitou a presidência do Conselho Consultivo para os Bens Públicos Globais da ONU, recentemente criado.

ENQUADRADO. O deputado João Maia já teria sido enquadrado pelo deputado Waldemar da Costa Neto, que já começou a adaptar os diretórios estaduais do PL à campanha de reeleição de Jair Bolsonaro.

AFASTAMENTO. A “canetada” já destituiu o presidente estadual do PL Cristiano Vale, do Pará, por apoiar a reeleição do governador Helder Barbalho. Diante do exemplo, João Maia já declarou, que no RN não haverá apoio para Fátima Bezerra. Os três deputados estaduais do partido protestaram.

EXEMPLO. Mais de cem bilionários globais divulgaram carta, pedindo que sejam criados novos impostos para os mais ricos contribuírem na reconstrução dos países, após a pandemia. Infelizmente, nenhum brasileiro assinou.

APOSENTADOS. Segunda próxima, o Dia do Aposentado e da Previdência Social. Um país não pode ser chamado de desenvolvido, sem que disponha de sistema de proteção previdenciária justo e humano. GOLPE. O ex-ministro José Dirceu defende Geraldo Alckmin como vice de Lula. Para ele, seria a vacina contra o golpe, após a derrota de Bolsonaro.

GASOLINA. O governo federal já negocia emenda constitucional para permitir a redução a zero da incidência de tributos federais sobre combustíveis: PIS/Pasep e Cofins. Se isso acontecer, os governadores não terão desculpa para a redução do ICMS.

NEGOCIAÇÃO. O União Brasil é a “joia da coroa”. Bolsonaro procura para negociar. Moro mantém contato direto com o presidente da sigla Luciano Bivar, que lhe disse com todas as letras, o desejo de ser vice na chapa.

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