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Pesquisa Quaest

Lula lídera todos os cenários das eleições 2026 e 37% afirmam que não votariam em Bolsonaro, segundo pesquisa

21% acreditam que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro seria a candidata mais forte contra Lula
Redação
12/12/2024 | 11:18

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é o político com maior potencial de voto para as eleições 2026 durante o segundo turno, de acordo com a pesquisa Quaest divulgada na manhã desta quinta-feira 12. A pesquisa não inclui um cenário de primiero turno.

Entre as simulações contra o atual governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), Lula ganharia com uma porcentagem de 52% contra 26%, caso o pleito fosse realizado hoje. 57% dos eleitores afirmaram que conhecem o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), mas não escolheriam, 37% votariam nele e 6% disseram não o conhece-lo.

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Presidente Lula, Tarcísio de Freitas e Jair Bolsonaro. Fotos: José Aldenir/Agora RN (FOTO 1 E 3) e Marcelo Camargo/Agência Brasil/JC (FOTO 2)

Bolsonaro, por outro lado, registra 57% de eleitores que o conhecem, mas não o escolheriam. Votariam nele 37%, e 6% dizem não conhecê-lo.

Dentre os 8 cenários testados durante a pesquisa para o segundo turno das eleições 2026, 4 deles apresenta Fernando Haddad como candidato. Os dados também constam que o atual ministro da Fazenda também ganharia o segundo turno das eleições, liderado com 44% dos votos contra Tarcísio, que regisytou 25%.

Para 52% dos entrevistados, Lula não deveria se candidatar à reeleição em 2026. Caso não concorra, 27% consideram que o ministro da Fazenda deveria ser o postulante do governo. Outros 17% citam Ciro Gomes (PDT) e 14%, o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB).

Por outro lado, 21% acreditam que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro seria a candidata mais forte contra Lula caso Bolsonaro continue inelegível. Em seguida vem Marçal com 18% e Tarcísio, com 17%.

Em avaiação da gestão atual, 33% dos votos opinam positivamente, ante 31% que opinam negativamente. 34% afirmaram que administração federal atual é regular.

A empresa de pesquisa e consultoria entrevistou presencialmente nesta rodada 8.598 eleitores com 16 anos ou mais do dia 4 até a última segunda-feira 9. A margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos.

Com informações da Folha de São Paulo.

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