Vai começar, de maneira oficial, mais uma campanha eleitoral. Passado o período das convenções partidárias, as alianças e os candidatos estão definidos. Neste ano, o eleitor vai comparecer às urnas para escolher deputados federais, deputados estaduais, senadores, governadores e presidente da República.
No Rio Grande do Norte, 10 candidatos homologaram seus nomes para a disputa do Senado. Já para o Governo do Estado, são 9 postulantes. A Justiça Eleitoral ainda vai avaliar eventuais pedidos de impugnações, mas o quadro está definido, restando menos de dois meses para o 1º turno.

Finalmente, chegou a hora de os candidatos colocarem seu bloco na rua e apresentarem suas propostas e ideias. Aos eleitores, é o momento de conhecer as alternativas postas e buscar fazer a melhor opção, dentro do que entende ser o melhor para o Rio Grande do Norte e para o Brasil.
Neste sentido, vale ressaltar a importância dos debates entre os candidatos. O debate, como o realizado pela Band no último domingo 7 entre cinco postulantes ao governo do Estado, é uma excelente oportunidade de discutir ideias sem a embalagem do marketing.
E, aqui, é preciso destacar a inovação do formato do debate da Band. A ideia de promover sabatinas de cada candidato individualmente por blocos deu a oportunidade de cada postulante dissecar seus argumentos sobre vários pontos. A condução precisa da jornalista Anna Ruth Dantas, como mediadora, contribuiu para o sucesso do debate – inclusive, em termos de audiência.
Não só os debates, mas também as redes sociais, as entrevistas, as sabatinas com os candidatos e a exibição da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão, representam valiosos instrumentos de análise dos nomes postos. O eleitor precisa estar atento às oportunidades múltiplas de conhecer as ideias dos candidatos.
É claro que, devido às restrições legais e o curto tempo de campanha, nem sempre é possível conhecer um candidato e suas ideias na íntegra apenas na propaganda eleitoral. Não é possível dissecar um nome apenas através disso. Por isso, a importância de o eleitor buscar multiplicar seu acesso à informação para ter condições de fazer um bom juízo quando ficar cara a cara com a urna em 2 de outubro.
O que está em jogo é o destino do Estado e do País. É o cotidiano das pessoas. A política é a agente transformadora da vida das pessoas. É o que dita a realidade das cidades, dos estados e do Brasil. O eleitor está satisfeito com a realidade em que vive? Ou gostaria de transformá-la? Quem seriam os agentes que poderiam fazer essa transformação? A hora de escolher é agora.
Eis a importância de mais uma eleição. Que o eleitor faça o melhor julgamento. Este AGORA RN fará a cobertura completa.