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Política
Confira a coluna “Nos Bastidores da Notícia” de sábado 13
Redação
13/02/2021 | 11:47

CONTRAPARTIDA AO AUXÍLIO

A pós reunião, o presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e o ministro da Economia, Paulo Guedes, condicionaram nesta sexta-feira 12 o pagamento de um novo auxílio emergencial à aprovação de uma proposta sobre o pacto federativo. A intenção é incluir uma cláusula de calamidade na proposta, que, entre outras medidas, permite ao governo adotar medidas para cortar custos por meio de redução de salário e de jornada de servidores. Desde a semana passada, Pacheco e o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), vêm pressionando o governo para que seja aprovada uma nova rodada do auxílio a trabalhadores que perderam renda na pandemia. Guedes e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, têm defendido que a volta do auxílio, que fará com que o governo aumente gastos em 2021, precisa ser acompanhada de redução de despesas públicas em outras áreas

ROMBO NAS CONTAS

Essa preocupação se deve ao fato de que, sem uma contrapartida, a nova rodada do auxílio contribuiria para aumentar ainda mais o rombo nas contas do governo e o endividamento público, o que pode levar a desconfianças entre os investidores e a dificuldades para que o governo ­financie sua dívida.

PACTO FEDERATIVO

A aprovação da PEC do Pacto Federativo, portanto, daria ao governo condições de cortar custos com o funcionalismo, por exemplo, abrindo espaço no orçamento para a nova rodada do auxílio sem aumentar ainda mais o rombo nas contas públicas.

RESPONSABILIDADE FISCAL

O ministro da Economia, Paulo Guedes, a­firmou que há um compromisso do governo com a saúde, com a vacinação em massa e com o auxílio emergencial “com responsabilidade ­ fiscal”. “Que é justamente o novo marco fiscal”, declarou.

CONTRAPONTO A DORIA I

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), já se coloca abertamente como possível candidato à Presidência em 2022. Com aval de segmentos importantes do PSDB, Leite con­firmou em entrevista ao jornal Valor Econômico que começará a percorrer o país pela construção de um projeto alternativo.

CONTRAPONTO A DORIA II

A dualidade com o governador de São Paulo, João Doria, é evidente. Leite admite com tranquilidade a disputa com o paulista em prévias, se esse for o caso. Pontua, ainda, que Doria tem, inegavelmente, mérito na viabilização da vacina Coronavac contra a Covid-19, mas não é apenas esse fato que vai lhe assegurar o lugar de presidenciável.

LEI DAS MÁSCARAS

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria de votos nesta sexta-feira 12 para manter a obrigatoriedade do uso de máscaras em áreas de acesso público e presídios, em razão da pandemia de Covid-19. Em agosto, o relator, ministro Gilmar Mendes, derrubou o veto do presidente Jair Bolsonaro a trechos da lei que regulamenta o uso de máscaras de proteção como medida de combate à pandemia.

ESQUADRÃO DA MORTE I

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes comparou hoje a força-tarefa de Curitiba da Operação Lava Jato com um “esquadrão da morte”. Gilmar também fez duras críticas ao grupo de procuradores e ao ex-juiz Sergio Moro, que contribuíram para a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à prisão.

ESQUADRÃO DA MORTE II

“Acho tudo isso lamentável, todos nós de alguma forma sofremos uma manipulação disso que operava em Curitiba. Acho que temos que fazer as correções devidas, tenho dito e enfatizado que Lula é digno de um julgamento justo”, disse o ministro do Supremo.

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