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Opinião
Confira a coluna de Alex Viana desta segunda-feira, 26
"Ninguém será forçado a sair de casa ou deixar que as autoridades sanitárias entrem em casa para fazer a vacinação. Não vai haver constrangimento físico”, a­firmou o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Carlos Ayres Britto
Alex Viana
26/10/2020 | 12:28

VACINA OBRIGATÓRIA I

O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Carlos Ayres Britto comentou neste domingo sobre a decisão do ministro Ricardo Lewandowski de mandar para o plenário da corte o julgamento da vacinação obrigatória contra a Covid-19.

VACINA OBRIGATÓRIA II

“É preciso fazer uma distinção entre obrigatoriedade e força física, constrangimento físico, coerção. Ninguém vai ser puxado pela gola da camisa, nenhuma autoridade judicial vai expedir mandado de condução coercitiva, ninguém será forçado a sair de casa ou deixar que as autoridades sanitárias entrem em casa para fazer a vacinação. Não vai haver constrangimento físico”, a­firmou o ex-ministro.

VACINA OBRIGATÓRIA III

“O indivíduo pode se recusar, sim, a se vacinar. Agora, há de se justi­ficar, sob pena de sofrer as consequências”, complementou, sobre a hipótese de o STF tornar a vacinação obrigatória.

PARA CACHORRO

O presidente Jair Bolsonaro voltou a dizer neste ­fim de semana que é contra a obrigatoriedade de uma vacina contra a Covid-19. Com seu cachorro, o Faísca, o chefe do Executivo ironizou a ideia em seu per­fil no Twitter: “Vacina obrigatória só aqui no Faísca”.

PRIVATIZAÇÃO

Paulo Guedes tem dito a interlocutores que a privatização da Eletrobras já está acertada no Senado. Falta a Câmara dos Deputados.

EXPERT

O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) voltou a disparar contra o presidente da Câmara, Rodrigo Maia. No Twitter, o ­ lho do presidente listou neste domingo uma série de medidas provisórias que caducaram no Congresso e escreveu. “Tem gente que é expert em tentar destruir o governo.”

CHILE

Pouco mais de um ano depois dos protestos que incendiaram o Chile, deixaram 30 mortos e dezenas de feridos e forçaram o governo a convocar um plebiscito histórico, o país foi em massa às ruas neste domingo (25) para decidir se quer ou não uma nova Constituição. Com quase 94% das urnas apuradas, a aprovação da mudança vence por ampla margem (78%).

FINANÇAS EM RUÍNAS I

A questão ­ scal do Brasil já gera efeitos tanto de curto como de longo prazos, chegando à economia real. O Fundo Monetário Internacional (FMI) aponta que a dívida do país vai superar, ainda neste ano, 100% do PIB, em patamar comparável ao da Grécia em 2007, antes de sua crise.

FINANÇAS EM RUÍNAS II

O Brasil precisa rolar, em até 12 meses, o equivalente a 44,1% de seu Produto Interno Bruto (PIB), segundo contas da economista Margarida Gutierrez, professora da Coppead/ UFRJ. Signi­ ca um esforço ­ nanceiro inédito de R$ 3,17 trilhões.

ENERGIA RENOVÁVEL I

Representantes do Governo do Estado receberam na sextafeira 23 o executivo Larry Wang, vice-presidente da chinesa Mingyang Smart Energy, que fez uma participação especial durante a instalação do Grupo de Trabalho para o Polo em Referência em Produção de Energia Limpa e Renovável do Rio Grande do Norte, formado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec), no âmbito da Câmara Setorial de Energia.

ENERGIA RENOVÁVEL II

Com larga experiência no mercado eólico o‑ shore (turbinas instaladas no mar), a empresa busca uma aproximação com o Rio Grande do Norte para a realização de investimentos no segmento, sinalizando a possibilidade de implantação de um projeto-piloto o‑ shore em um futuro próximo.

ENERGIA RENOVÁVEL III

Além de gerar energia, na costa potiguar, a empresa pretende instalar uma indústria para a produção das turbinas, no Brasil, utilizando mão de obra local e fornecendo peças e manutenção para empresas adjacentes.

INDICADOR COMPOSTO

O secretário estadual de Saúde, Cipriano Maia, anunciou a criação de um “indicador composto”, que permitirá mapeamento da evolução semanal de casos de Covid-19 por município do RN. O indicador reúne nove variáveis que traçam um olhar mais acurado sobre a situação de cada município e um escore que mostra a evolução a cada semana. Isso permitirá a tomada de decisões para evitar que o crescimento de casos tenha como resultado um surto local.

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