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Pandemia
À beira do colapso, RN tem 12 hospitais com 100% de ocupação em UTIs para Covid-19
Em todo o Estado, a média de ocupação de leitos críticos está em 85,37%. Pior situação é a da Grande Natal, com uma taxa média de 92,9% de ocupação
Redação
25/02/2021 | 10:58

Doze hospitais públicos do Rio Grande do Norte iniciaram esta quinta-feira (25) com 100% de ocupação dos leitos críticos para tratamento de pacientes com Covid-19. A informação é da plataforma “Regula RN”, da Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap), que faz o monitoramento em tempo real das unidades de referência para acolhimento de casos de pessoas infectadas com coronavírus.

Leitos críticos são as unidades semi-intensivas e as intensivas (UTIs) dos hospitais. Essas são as instalações reservadas para pacientes com quadros graves de Covid-19, como os que necessitam de suporte de oxigênio. Os dados foram consultados às 10h45.

A rede pública de atendimento à Covid-19 regulada pelo Governo do Estado tem 21 hospitais com leitos de UTI. Ou seja, quase metade das unidades está com 100% de ocupação.

Segundo a Sesap, os hospitais que têm todos os leitos críticos ocupados nesta quinta-feira são:

  • Hospital de Campanha de Natal
  • Hospital Dr. Mariano Coelho, em Currais Novos
  • Hospital Giselda Trigueiro, em Natal
  • Hospital Manoel Lucas de Miranda, em Guamaré
  • Hospital-Maternidade do Divino Amor, em Parnamirim
  • Hospital Municipal Aluízio Bezerra, em Santa Cruz
  • Hospital Regional de João Câmara
  • Hospital Dr. Cleodon Carlos de Andrade, em Pau dos Ferros
  • Hospital Lindolfo Gomes Vidal, em Santo Antônio
  • Hospital Nelson Inácio dos Santos, em Assu
  • Hospital Universitário Onofre Lopes, em Natal
  • Hospital de São Paulo do Potengi

Em todo o Estado, a média de ocupação de leitos críticos está em 85,37%. A pior situação é a da Grande Natal, com uma taxa média de 92,9% de ocupação de leitos semi-UTI ou UTI.

Nos últimos dias, o número de hospitalizações por Covid-19 cresceu exponencialmente no Rio Grande do Norte. Os especialistas atribuem o crescimento à circulação de duas novas mutações do coronavírus e ao descumprimento de medidas preventivas durante o fim de ano e o Carnaval, que registraram aglomerações.

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