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Desprezada
Rosalba Ciarlini é a quarta política mais impopular do Brasil, aponta levantamento
Revista Veja publicou estudo em que divulgou quem são os cinco políticos mais impopulares de todo o Brasil, dentre eles também o presidente Michel Temer
Veja
15/10/2017 | 15:36

A revista Veja publicou estudo em que divulgou quem são os cinco políticos mais impopulares de todo o Brasil. O destaque negativo para o Rio Grande do Norte ficou por conta da ex-governadora do estado Rosalba Ciarlini (PP), hoje prefeita de Mossoró, a quarta política menos querida do país. Confira abaixo a relação com todos os políticos da pesquisa da Veja.

Michel Temer — 3% 
O presidente alcançou a pior avaliação de um chefe de Estado desde a redemocratização na pesquisa CNI/Ibope de setembro, três meses depois de a PGR denunciá-lo por corrupção passiva. Na ocasião, o desemprego estava em 12,6% e Temer era criticado por ter baixado decreto que reduzia a proteção de uma reserva ambiental na Amazônia.

Luiz Fernando Pezão — 3% 
A gestão do atual governador do Rio está marcada por atraso de salários, crise na saúde, na segurança pública e financeira. A pesquisa Datafolha que apontou sua baixa popularidade saiu neste mês, quando a capital fluminense enfrenta picos de violência, com embates diários entre policiais e traficantes na Rocinha.

Paulo Garcia — 5%
O petista, que morreu em julho último, foi prefeito de Goiânia duas vezes. No segundo mandato (2012-2016), enfrentou a “crise do lixo”, com a paralisação da coleta devido à inadimplência com fornecedores. A imagem do PT na Lava-Jato, associada a promessas não cumpridas, contribuiu para sua baixa popularidade em 2014, segundo o Ibope.

Rosalba Ciarlini — 6%
Durante seu mandato (2011-2014) como governadora do Rio Grande do Norte, foi acusada de corrupção e chegou a ser afastada do cargo em 2013 por abuso de poder econômico na campanha eleitoral. Deixou o governo em 2014, quando obteve sua pior avaliação, em pesquisa do Ibope.

Celso Pitta — 4%
Morto em 2009, o prefeito de São Paulo assumiu o cargo em 1997, cortando investimento em infraestrutura e manutenção, o que levou ao acúmulo de lixo e mato nas ruas. Deixou a prefeitura em 2000, com treze processos por desvios de verba e um recorde de baixa aprovação no Datafolha.

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