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Economia

Instalação de dois packing houses vão abrir novas rotas para exportação

A instalação de dois packing houses no Diba, ou ou casas de embalagens, são galpões agrícolas especializados no pós-colheita de frutas, legumes e hortaliças.
Agora RN
25/08/2026 | 00:05

A instalação de dois packing houses no Diba, ou ou casas de embalagens, são galpões agrícolas especializados no pós-colheita de frutas, legumes e hortaliças. Isso deve ampliar a capacidade de seleção, classificação, embalagem e comercialização das frutas produzidas no distrito. Uma das unidades já processa limão e deverá receber a certificação Global G.A.P. em setembro. A segunda tem certificação prevista para novembro. Os packing houses funcionam como centrais de preparação das frutas após a colheita. Nessas estruturas, os produtos passam por limpeza, separação por tamanho e qualidade, embalagem, identificação e armazenamento antes de seguirem para os compradores. A certificação Global G.A.P. é exigida por redes de varejo e importadores em diferentes mercados. O protocolo verifica procedimentos relacionados à produção, rastreabilidade, segurança dos alimentos, condições de trabalho, uso de insumos e preservação ambiental. Com as duas unidades certificadas, empresas instaladas no Baixo-Açu poderão ampliar as vendas diretas ao exterior. A operação reduz a dependência de estruturas localizadas em outras regiões e pode facilitar o controle da carga desde a propriedade até o embarque. “O Distrito de Irrigação do Baixo-Açu é o melhor equipamento de desenvolvimento da fruticultura do Estado. Ele é importante pelo seu tamanho, pelas empresas que estão aqui e pela evolução muito grande, aplicando inovações tecnológicas, como a questão dos bioinsumos, e com a construção de dois packing houses para exportação”, afirma Franco Marinho. A preparação para mercados externos também exige padronização da produção, rastreabilidade e regularidade no fornecimento. Por isso, a incorporação das tecnologias de manejo está ligada tanto ao aumento do volume produzido quanto ao cumprimento das exigências dos compradores. A Frut&Tec integra esse processo de atualização. Durante três dias, o evento promoveu 13 palestras, exposição de produtos e atividades de campo. A programação abordou estresse vegetal, irrigação, herbicidas, citros, aplicações aéreas, biofertilizantes, microrganismos no solo, banana, patógenos e cultivo da manga. O presidente da Adiba, Alessandro Gaspar, afirma que a diversidade de assuntos permite aos produtores conhecer práticas que podem ser incorporadas às propriedades. “Tivemos 13 palestras com temas relevantes, estimulando a incorporação de inovação e tecnologia aos cultivos, e isso é muito importante para nós que estamos aqui no distrito, produzindo, para aperfeiçoamento e fortalecimento do setor”, diz. Produtor de banana pacovan no Diba, Múcio Luiz colhe entre 750 e mil caixas por mês em cada lote. Para ele, o contato com técnicos, empresas e agricultores de outras regiões permite acompanhar as mudanças do setor e avaliar novas formas de produzir. “A gente tem contato com outras pessoas de outras regiões e com outras tecnologias.

Produção de frutas no Rio Grande do Norte
Fruticultura do Rio Grande do Norte — Reprodução