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Editorial
Pós-pandemia
Redação
04/06/2020 | 06:00

O secretário-executivo do Ministério da Economia, Marcelo Guaranys, reconhece que o governo federal precisa melhorar seus programas de créditos para empresas e pessoas físicas.

Bom. Melhor tarde do que nunca.

Em entrevista ao jornal O Globo, nesta quarta-feira, ele assegurou que o governo vai rever o programa de financiamento da folha de pagamento das empresas, estruturar a medida de créditos para micro e pequenas companhias e lançar uma nova estratégia para levar crédito a médias empresas.

Falou também da adoção de medidas para fazer o País voltar a crescer no pós-crise, como a redução de encargos trabalhistas, que é um dos aspectos fundamentais para tornar as empresas mais competitivas no pós-pandemia.

São medidas oportunas considerando as críticas generalizadas que o governo vem sofrendo de que os recursos para as pequenas e microempresas não estão chegando à ponta devido à aversão dos bancos por risco.

Nesse sentido, facilitar o crédito ao máximo, desburocratizando os acessos de quem realmente precisa, é uma das estratégias fundamentais de uma economia que precisa pensar nos pós pandemia, quando empresas e pessoas estiverem mais pobres e o país mais endividado.

Nesse particular, não sem tempo, o governo começou a entender que precisa urgentemente aprimorar seus programas.

Essa estratégia não é obstáculo a programas de caráter sanitário e auxílio ao sistema de saúde, que é uma prioridade absoluta neste momento.

É só entender que são políticas que caminham juntas, mirando objetivos em tempos diferentes, primeiro salvando vidas e depois retomando ao crescimento da economia.

Sem atropelo e com determinação.

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