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Unesco coloca UFRN em grupo seleto na inovação tecnológica
Relatório fornece uma visão geral da ciência e da política científica, reconhecendo que os centros de inovação tecnológica dentro das universidades têm prosperado no Brasil, principalmente no que diz respeito ao depósito de patentes, à colaboração com a indústria e à incubação de startups inovadoras: UFRN, Unicamp e USP são destaques
Redação
16/06/2021 | 10:19

A Unesco lançou mundialmente, na última sexta-feira, 11, o Relatório de Ciência da Unesco 2021, cujo título é A corrida contra o tempo por um desenvolvimento mais inteligente: visão geral e cenário brasileiro. No documento, a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) aparece no seleto grupo de instituições com maior número de depósitos de patente entre os anos de 2013 e 2018, ao lado de Unicamp, USP, UFPE e UFPR.

Publicado a cada cinco anos, o novo relatório fornece uma visão geral da ciência e da política científica. Nele, a Unesco reconhece que os centros de inovação tecnológica dentro das universidades têm prosperado no país, principalmente no que diz respeito ao depósito de patentes, à colaboração com a indústria e à incubação de startups inovadoras. Os itens polos de inovação tecnológica: história de sucesso para as universidades e tendências de publicações científicas circunstanciam bem esse aspecto.

No documento, inteligência artificial e robótica são campos particularmente dinâmicos, de acordo com o relatório que observa que quase 150 mil artigos foram publicados sobre esses assuntos apenas em 2019. A pesquisa em inteligência artificial (IA) e robótica cresceu em países de renda média baixa, que contribuíram com 25,3% das publicações nesse campo em 2019, em comparação com apenas 12,8%, em 2015. Nos últimos cinco anos, mais de 30 países adotaram estratégias específicas, entre eles China, Federação Russa, Estados Unidos da América, Índia, Maurício e Vietnã.

O documento da Unesco registra ainda que as prioridades de desenvolvimento foram alinhadas nos últimos cinco anos e agora países de todos os níveis de renda priorizam sua transição para economias digitais e verdes. Para acelerar essa transição, os governos estão criando ferramentas de políticas para facilitar a transferência de tecnologia para a indústria. A instituição identifica ainda que a pandemia da covid-19 dinamizou os sistemas de produção de conhecimento.

Esta não é a primeira vez que a UFRN alcança protagonismo em rankings para inovação de instituições oficiais. No Ranking 2020 do Instituto Nacional da Propriedade Intelectual (INPI), a UFRN foi top 15 nacional em depositantes de patente com os números relativos ao ano de 2019.

Em 2020, mesmo com a pandemia, a Universidade Federal alcançou números anuais inéditos relativos à propriedade intelectual. De acordo com levantamento anual realizado pela Agência de Inovação (AGIR), os números de programas de computador registrados e os pedidos de patente depositados, respectivamente 58 e 33, nunca haviam sido alcançados antes pela Instituição.

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