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Dados pessoais

Novo vazamento expõe dados de 700 milhões de usuários do LinkedIn, diz site

Segundo o Restore Privacy, informações estão à venda em fórum de hackers
Poder360
30/06/2021 | 07:02

LinkedIn é alvo de nova denúncia de vazamento de dados dos seus usuários. Segundo site especializado, informações de 700 milhões de membros da rede social de negócios foram roubadas por hackers e estão à venda em um fórum na internet. A notícia foi divulgada pelo Restore Privacy, no último domingo 27. Em nota emitida na terça-feira 29, a rede social afirmou se tratar dos mesmos dados vazados em incidente anterior.

O site reportou que em 22 de junho um usuário de um fórum popular entre hackers anunciou a venda online de dados de 700 milhões de usuários do LinkedIn. Segundo a publicação, o vendedor postou uma amostra dos dados de 1 milhão de usuários.

Novo vazamento expõe dados de 700 milhões de usuários do linkedin, diz site
Este é o segundo grande incidente de vazamento de dados de usuários da rede social de negócios só este ano. Foto: Reprodução

Depois de analisar a amostra, especialistas do site afirmaram que o vazamento contem informações como: nome completo, e-mail, números de telefone, endereço, registros de geolocalização e currículo profissional.

O Restore Privacy disse também não ter encontrado credenciais de login ou dados financeiros dos usuários nas amostras examinadas.

Atualmente, a plataforma possui 756 milhões de usuários. Então, o vazamento teria atingido cerca de 93% do total de pessoas cadastradas.

Em nota, o LinkedIn afirmou não se tratar de uma nova violação de dados.

Nossas equipes investigaram um conjunto de supostos dados do LinkedIn que foram postados para venda. Queremos deixar claro que não se trata de uma violação de dados e que nenhum dado privado de membros do LinkedIn foi exposto”, escreveu.

Nossa investigação inicial descobriu que esses dados foram extraídos do LinkedIn e de outros sites e inclui os mesmos dados relatados no início deste ano, em nossa atualização de dados de abril de 2021”, explicou a rede social. Eis a íntegra da nota.