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Coluna

Notas & Informes: Candidatura de Styvenson Valentim começa a preocupar Fábio Dantas

Confira a coluna desta quinta, 4
Redação
04/08/2022 | 07:41

Na próxima sexta-feira 5, o Podemos fará sua convenção para provavelmente homologar a candidatura de Styvenson Valentim ao Governo do Estado. Mesmo sem admitir a confirmação da nova luta, Styvenson já aparece na frente do ex-vice-governador Fábio Dantas (Solidariedade) na maioria das pesquisas. Até em Natal ele vence Fábio com o dobro das citações. A candidatura do hoje senador da República pode deixar Fábio numa situação vexatória e amargar um 3º lugar.

Em live no Instagram conversando com seguidores, Styvenson voltou a ser questionado sobre a possibilidade de candidatura a governador. “Quem quer isso aqui não sou eu não. Quem quer esse negócio de governo não sou eu não”, afirmou. “Em nenhum momento eu disse que era candidato a nada. Quem começou essa história? Não sei, só não fui eu”, disse.

Notas & Informes: Candidatura de Styvenson Valentim começa a preocupar Fábio Dantas - Agora RN
Mesmo sem admitir a confirmação da nova luta, Styvenson já aparece na frente do ex-vice-governador Fábio Dantas (Solidariedade)/Créditos: Reprodução

Styvenson sem fazer campanha, sem ter um prefeito apoiando sua postulação e sem andar nas cidades, já assumiu o 2º lugar. Já Fábio Dantas, com o apoio de vários prefeitos, deputados e lideranças, ainda não conseguiu decolar e ultrapassar a marca de 15% na maioria das pesquisas registradas e divulgadas. Em 2018, é importante lembrar, Styvenson chegou a ganhar da senadora Zenaide Maia até em São Gonçalo do Amarante, a terra dela.

RADICAL
O deputado Tomba Farias (PSDB) tem sido radical no apoio a Fábio Dantas contra a governadora Fátima Bezerra (PT). Mas, em 2018, Fátima venceu em Santa Cruz nos dois turnos. De acordo com pesquisas registradas e divulgadas, o PT e Lula caminham hoje para outra vitória na terra de Santa Rita de Cássia.

COBRANÇA
As prefeituras de Areia Branca e Tibau do Sul, cobradas publicamente pelo senador Styvenson Valentim (Podemos-RN), emitiram nota oficial para garantir que não vão perder recursos de emendas parlamentares enviadas pelo senador e que vão adotar as medidas necessárias para comprar ônibus escolares. Styvenson tem cobrado prefeitos e feito constrangimentos desnecessários.

CHAPA
Rafael Motta (PSB) fechou suas suplências na chapa de senador: o deputado Souza Neto e a vice-prefeita de Angicos, Cinara Dantas, ambos do PSB. Antes, seria a vice-prefeita Peba Soares (PSB), de Ielmo Marinho, mas a turma de Rogério Marinho atuou e fez pressão no ex-prefeito Germano Patriota, que é aliado da vice.

TERMÔMETRO
A chapa Rogério Marinho (Senador) e Fábio Dantas (Governador) foi a Mossoró mais uma vez para receber o apoio público do prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade). Mas, segundo os grupos de WhatsApp, eles passaram o maior vexame. O povo só deu atenção a Allyson, que tem carisma e liderança.

TURMA DO SOLIDARIEDADE
Estiveram presentes nos atos pró-Fábio Dantas e Rogério Marinho outros candidatos apoiados por Allysonm como Lawrence Amorim (deputado federal) e Jadson Rolim (deputado estadual). Os encontros contaram ainda com os vereadores Edson Carlos, Genilson Alves, Lucas das Malhas, Markuty da Maísa, Raério Cabeção, Naldo Feitosa, Suplente Jailson Nogueira, Jório Nogueira, Manuel Bezerra e Alex do Frango.

ADESÃO
Em um esforço para minar candidaturas alternativas e aumentar a chance de vitória em 1º turno, a campanha do ex-presidente Lula (PT) recebeu ontem o apoio do Pros e avançou nas tratativas com o deputado federal André Janones (Avante). A adesão do Pros aconteceu em São Paulo, em reunião da nova cúpula do partido com Geraldo Alckmin (PSB), vice na chapa. Com isso, a candidatura à Presidência de Pablo Marçal pode ser anulada em nova convenção a ser realizada na sexta-feira 5.

REDES
Lula da Silva (PT) alcançou, em julho deste ano, uma taxa de aprovação de 76% junto ao público não militante nas redes sociais. Já o seu principal adversário na disputa pelo Palácio do Planalto, o presidente Jair Bolsonaro (PL), não ultrapassou os 5% de apoio entre esse mesmo público —os chamados “nem-nem”, que não se posicionam à esquerda ou à direita.

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