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Anabolizantes

Homem é preso em Natal por produzir e vender anabolizantes em laboratório clandestino

“Operação Atrofia” foi deflagrada nesta terça-feira 21 pela Polícia Civil e identificou produção e venda ilegal de substâncias controladas na Zona Norte.
Agora RN
21/10/2025 | 15:38

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte deflagrou, nesta terça-feira 21, a “Operação Atrofia”, com o objetivo de combater o comércio clandestino de anabolizantes e medicamentos controlados. Um mandado de busca e apreensão foi cumprido no bairro Lagoa Azul, Zona Norte de Natal, onde um homem de 33 anos foi preso em flagrante.

A ação foi realizada pela Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado (Deicor), por meio da Delegacia Especializada em Narcóticos de Natal (Denarc).

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Laboratório clandestino funcionava em casa na Zona Norte de Natal; suspeito de 33 anos foi preso em flagrante - Foto: Reprodução/PCRN

Durante a operação, os policiais civis localizaram um laboratório caseiro de produção e manipulação de anabolizantes. No local, foram apreendidos frascos, seringas, etiquetas falsificadas, material químico e produtos prontos para comercialização.

O espaço era usado para manipular, embalar, etiquetar e vender substâncias de uso médico e controlado, que estavam sendo distribuídas de forma irregular, inclusive em academias, redes sociais e na própria residência do suspeito, onde ele aplicava os produtos em terceiros.

As investigações começaram há cerca de dois meses, após denúncia anônima recebida pela equipe. A Denarc apurou que o homem não apenas revendia anabolizantes, mas também produzia e distribuía medicamentos adulterados, com marca própria e alcance nacional.

De acordo com a Polícia Civil, o nome da operação, “Atrofia”, faz referência ao efeito contrário ao objetivo buscado por quem utiliza anabolizantes sem orientação profissional. O uso irregular dessas substâncias pode causar perda muscular, danos à saúde e morte.

O preso foi conduzido à Delegacia e permanece à disposição da Justiça. A Polícia Civil reforçou o pedido para que a população continue colaborando com as investigações por meio do Disque-Denúncia 181, com garantia de anonimato.

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