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Educação

Professores da Ufersa rejeitam paralisação nacional e intensificam mobilização interna

Categoria opta por intensificar ações internas e apoiar mobilizações de estudantes e técnicos, diante da reforma administrativa
Redação
06/09/2025 | 14:20

Professores e professoras da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa) decidiram não participar da paralisação nacional de 48 horas marcada para os dias 10 e 11 de setembro, em mobilização organizada por diversas instituições de ensino em todo o país. A decisão foi tomada em assembleia promovida pela Associação dos Docentes da Ufersa (Adufersa) e visa concentrar esforços em ações internas na universidade.

Em vez de aderir à greve, a categoria pretende ampliar a divulgação, o diálogo e o debate sobre os efeitos da reforma administrativa na comunidade acadêmica. Segundo a Adufersa, a prioridade será informar servidores e alunos sobre os impactos prejudiciais que a reforma pode trazer aos serviços públicos e aos direitos dos trabalhadores.

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Decisão foi tomada em assembleia promovida pela ADUFERSA; docentes concentrarão esforços na divulgação e debate sobre os impactos da reforma na universidade. | Foto: Reprodução

Os docentes também anunciaram que vão apoiar e participar das mobilizações organizadas por estudantes e técnicos administrativos da Ufersa, reforçando a união entre os segmentos da universidade.

A associação destacou que o objetivo é manter a mobilização e a pressão política sem comprometer o funcionamento das atividades acadêmicas durante os dois dias de paralisação nacional.

A decisão reflete o posicionamento de uma parcela significativa do corpo docente da universidade, que busca equilibrar a atuação política e a manutenção das atividades pedagógicas.

A Adufersa informou ainda que seguirá promovendo debates, encontros e reuniões informativas para discutir a reforma administrativa e suas possíveis consequências para o setor público no Brasil.

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