A sexta e última ação do MP contra candidatura de Claudia regina trata-se de um flagrante da Polícia Rodoviária Federal de veículos no bairro Santo Antônio no dia 4 de outubro. Os passageiros e motoristas eram servidores municipais em dia e horário de expediente portando: material de campanha da “Força do Povo” e formulários a serem preenchidos com o nome da pessoa, endereço, a quantidade de pessoas que residiam na casa do possível entrevistado e quantidade de eleitores da residência em questão.
Para o Ministério Público, além do crime de improbidade administrativa e uso da máquina pública havia uma preparação para se praticar com- pra de voto que poderá se caracterizar em uma representação posterior conforme consta nas alegações da ação.
De acordo com depoimento do inspetor Aliathar Gibson, o primeiro veículo foi abordado no momento em que os seus ocupante conversavam com moradores nas calçadas.
Ao todo, seis servidores, que estavam nos dois veículos, foram levados à de, legacia para prestar depoimento. Eles alegaram estar de folga por ordem do secretário para se dedicarem à campanha eleitoral. “Aproveitando-se de posição privilegiada, os servidores públicos municipais ao faltarem ao trabalho quando bem entendem para distribuir panfletos pela cidade, provocam um irreversível desequilíbrio no pleito eleitoral”, concluiu.
A ação pede mais uma vez uma investigação paralela da Promotoria do Patrimônio Público no tocante à prática de improbidade administrativa.