O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), criticou nesta quarta-feira 4 parlamentares que, segundo ele, conquistaram votos nas eleições de outubro por meio de ofensas e agressões. Em pronunciamento no plenário, o senador também defendeu as urnas eletrônicas e questionou a contestação ao sistema após o segundo turno.
A manifestação ocorreu depois de uma discussão sobre a redução da maioridade penal. Alcolumbre reclamou de ataques dirigidos à Presidência do Senado e afirmou que o debate político tem sido substituído por confrontos nas redes sociais.

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O senador cobrou dos eleitos propostas para ampliar universidades e institutos federais, melhorar a saúde e promover o desenvolvimento econômico. Também disse que a defesa da democracia e das instituições deveria orientar a atuação dos parlamentares.
“Não apresentaram defender o Estado de Direito, não apresentaram defender as instituições democráticas. Mas ofensas, agressões e ameaças foram todos os dias”, declarou.
Ao abordar as urnas eletrônicas, Alcolumbre apontou uma contradição entre a comemoração de resultados no primeiro turno e os questionamentos apresentados após a disputa presidencial.
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“O resultado valeu para o primeiro turno? Eu queria encontrar um para dizer se só deu errado no segundo turno”, afirmou.
O presidente do Senado citou a eleição de deputados e senadores aliados ao candidato derrotado na corrida presidencial para sustentar que o mesmo sistema foi utilizado nas duas etapas da votação.
Alcolumbre também pediu que os parlamentares concentrem suas intervenções nas necessidades da população e nas próximas gerações. Para ele, a divisão política exige respeito às divergências e responsabilidade no uso da tribuna e das redes sociais.
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