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Reação no plenário

Alcolumbre rebate críticas às urnas: “No segundo turno, a urna não prestou mais?”

Presidente do Senado reage a críticas após debate sobre maioridade penal e cobra propostas para educação, saúde e desenvolvimento econômico
Agora RN
05/11/2026 | 12:14

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), criticou nesta quarta-feira 4 parlamentares que, segundo ele, conquistaram votos nas eleições de outubro por meio de ofensas e agressões. Em pronunciamento no plenário, o senador também defendeu as urnas eletrônicas e questionou a contestação ao sistema após o segundo turno.

A manifestação ocorreu depois de uma discussão sobre a redução da maioridade penal. Alcolumbre reclamou de ataques dirigidos à Presidência do Senado e afirmou que o debate político tem sido substituído por confrontos nas redes sociais.

Davi Alcolumbre sentado à mesa da Presidência do Senado, durante sessão plenária
Davi Alcolumbre durante sessão do Senado nesta quarta-feira 4, quando criticou ataques na campanha eleitoral e defendeu as urnas eletrônicas — Waldemir Barreto/Agência Senado

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O senador cobrou dos eleitos propostas para ampliar universidades e institutos federais, melhorar a saúde e promover o desenvolvimento econômico. Também disse que a defesa da democracia e das instituições deveria orientar a atuação dos parlamentares.

“Não apresentaram defender o Estado de Direito, não apresentaram defender as instituições democráticas. Mas ofensas, agressões e ameaças foram todos os dias”, declarou.

Ao abordar as urnas eletrônicas, Alcolumbre apontou uma contradição entre a comemoração de resultados no primeiro turno e os questionamentos apresentados após a disputa presidencial.

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“O resultado valeu para o primeiro turno? Eu queria encontrar um para dizer se só deu errado no segundo turno”, afirmou.

O presidente do Senado citou a eleição de deputados e senadores aliados ao candidato derrotado na corrida presidencial para sustentar que o mesmo sistema foi utilizado nas duas etapas da votação.

Alcolumbre também pediu que os parlamentares concentrem suas intervenções nas necessidades da população e nas próximas gerações. Para ele, a divisão política exige respeito às divergências e responsabilidade no uso da tribuna e das redes sociais.

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