A modelo e influenciadora Martha Graeff publicou nesta quarta-feira 8 um vídeo nas redes sociais para se posicionar sobre a repercussão de seu nome no caso envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro.
No pronunciamento, ela explicou o período de ausência e afirmou que decidiu falar para apresentar sua versão dos fatos. Segundo Graeff, a divulgação de mensagens pessoais gerou uma exposição indevida, que classificou como uma situação de grande violência.

A modelo disse que foi alvo de julgamentos e ataques nas redes sociais após o vazamento das conversas, que vieram a público em março. As mensagens, segundo ela, tinham caráter íntimo e faziam parte de um relacionamento pessoal.
Graeff também detalhou o contexto em que conheceu Vorcaro. De acordo com o relato, o relacionamento começou após o fim de um casamento de 13 anos, período em que ela se encontrava emocionalmente fragilizada. A relação, segundo ela, ocorreu à distância, o que explicaria o grande volume de mensagens trocadas.
A influenciadora afirmou que não tinha conhecimento de possíveis irregularidades envolvendo o empresário e que, à época, ele não era apontado como investigado. Ela disse ainda que a situação só passou a ser compreendida quando o caso ganhou repercussão pública.
Outro ponto abordado foi a questão patrimonial. Graeff negou ter recebido benefícios financeiros e afirmou que sua situação econômica permanece inalterada em relação aos últimos anos. Também declarou que não organizava eventos, viagens ou outras atividades atribuídas a ela.
A modelo reforçou que não é investigada nem acusada no caso. A apuração ocorre no âmbito da Operação Compliance Zero, que investiga possíveis irregularidades ligadas ao Banco Master.
Ela também criticou o vazamento das mensagens, classificando o episódio como ilegal e afirmando que houve tentativa de desviar o foco das investigações. Segundo Graeff, a exposição acabou direcionando a atenção pública para alguém que, de acordo com ela, não tem relação com os fatos investigados.
O banqueiro Daniel Vorcaro segue preso na Polícia Federal, em Brasília, enquanto o caso continua sob investigação.
Ao final do vídeo, Graeff afirmou que pretende continuar se posicionando e disse que seguirá lidando com a situação de forma pública.