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Paralisação
Seturn estuda pedir ilegalidade da greve dos rodoviários em Natal
Rodoviários cobram das empresas de ônibus o pagamento do vale-alimentação e do plano de saúde
Redação
26/10/2020 | 13:33

O Sindicato das Empresas de Transportes Urbanos de Passageiros do Município de Natal (Seturn) estuda entrar com pedido de ilegalidade da greve dos rodoviários da capital potiguar. A ação será impetrada no Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região (TRT). As companhias alegam que os trabalhadores que aderiram ao movimento paredista não estão cumprindo a lei de greve.

De acordo com o Seturn, os rodoviários estão permitindo a circulação de 32% da frota de ônibus pelas ruas da capital. Enquanto que, segundo foi sinalizado nas audiências de conciliação com a Justiça do Trabalho na semana passada, a frota em circulação deveria ser de 40%.

Segundo o Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários do Rio Grande do Norte (Sintro), 45% da frota está nas ruas nesta segunda-feira.

Sem novas rodadas de negociação agendadas para esta segunda-feira, a paralisação segue por tempo indeterminado. Os rodoviários cobram das empresas de ônibus o pagamento do vale-alimentação e do plano de saúde, benefícios que foram suspensos no início da pandemia do novo coronavírus.

Ainda de acordo com o Sintro, dos 374 veículos que prestam o serviço de transporte em Natal, apenas 171 saíram às ruas nesta segunda-feira.

Durante o início da manhã, cenas de aglomerações foram registradas em diversas paradas de ônibus da capital. Além disso, com poucos veículos nas ruas, imagens de ônibus completamente lotados também foram vistas.

O desrespeito ao cumprimento do distanciamento social nas paradas e dentro dos ônibus pode elevar o perigo de contágio pelo novo coronavírus.

Durante o dia, na tentativa de reduzir o fluxo de passageiros nas paradas de ônibus, houve circulação de transporte alternativo fazendo rotas do transporte convencional.

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