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Política

Senador de primeiro mandato, Styvenson ficou conhecido por seu rigor na aplicação da lei

Graças à sua atuação firme e incorruptível na Operação Lei Seca, capitão ganhou fama e eleitores
Redação
06/08/2022 | 06:53

Capitão da Polícia Militar do Rio Grande do Norte, o bacharel em Direito Eann Styvenson Valentim Mendes nasceu no dia 7 de fevereiro de 1977 na cidade de Rio Branco (AC) e ficou conhecido em todo o Estado a partir de 2014, quando coordenou as fiscalizações da Operação Lei Seca pela corporação, cargo em que permaneceu até julho de 2016. Famoso por sua rigidez e inúmeras prisões efetuadas nas ações de combate à embriaguez ao volante, incluindo de pessoas “importantes” da sociedade potiguar, ganhando a fama de incorruptível.

Por sua fama repentina, logo foi levado à política e, em 2018, se candidatou e venceu as eleições para o Senado Federal, com 745.827 votos, representando 25,63%, sendo eleito pela Rede Sustentabilidade, em sua primeira disputa para um cargo público eletivo pelo estado do Rio Grande do Norte. Como bandeiras de atuação, elencou as áreas da educação, saúde e segurança pública como prioritárias.

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Styvenson tem 45 anos e ganhou fama após coordenar as fiscalizações da Lei Seca no Estado, a partir de 2014 (Foto: Arquivo/Agora RN)

Em junho de 2019, votou contra o Decreto das Armas do governo federal, que flexibilizava porte e posse para o cidadão. Propôs o PL 3.113/2019, que exige dos interessados na aquisição de posse ou porte de arma de fogo que apresentem obrigatoriamente resultado negativo em exame toxicológico. O projeto foi duramente criticado pelo governo, por dificultar ainda mais o acesso dos cidadãos às armas de fogo.

Styvenson defendeu também a identificação dos projéteis, por meio do PL 603/2019, outro projeto que encareceria o acesso às armas de fogo, mas que possibilita o rastreamento e ajudar nas investigações e, segundo o parlamentar, a matéria evitará o comércio paralelo, perdas e furtos de projéteis, principalmente, no atual cenário, em que a posse e o porte de armas foram ampliados a diversas categorias da sociedade, com a publicação do Decreto 9.785/2019.