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Exposição

Retratos da cultura mossoroense

Exposição “Instantâneo” reúne registros do espetáculo “Chuva de Bala no País de Mossoró” e relatos familiares sobre a resistência ao bando de Lampião
Por O Correio de Hoje
30/06/2026 | 14:06

A Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa) recebe até o dia 20 de julho, com entrada gratuita, a exposição fotográfica “Instantâneo”, uma mostra que convida o público a mergulhar nas memórias afetivas e na identidade cultural do povo mossoroense. A iniciativa é fruto de uma parceria entre a Pinacoteca da Ufersa e o Banco do Nordeste Cultural Mossoró, instalada no Prédio Central, Lado Oeste do Campus Mossoró.

Idealizada pela fotógrafa e artista visual Camila Zoitto, a exposição nasceu com o propósito de conectar memória, imagem e pertencimento, revelando histórias que atravessam gerações e ajudam a construir a identidade da cidade. A mostra reúne registros dos artistas e participantes do tradicional espetáculo “Chuva de Bala no País de Mossoró”, valorizando o trabalho daqueles que mantêm viva uma das mais importantes manifestações culturais do Rio Grande do Norte.

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Exposição reúne fotografias inspiradas no espetáculo “Chuva de Bala no País de Mossoró” e na memória cultural. Com entrada gratuita, a exposição permanece aberta até 20 de julho na Pinacoteca da Ufersa, no Campus Mossoró - Foto: reprodução / tv uern

As fotografias destacam a dedicação, os vínculos construídos ao longo dos anos e as memórias compartilhadas entre os integrantes do espetáculo. Além dos registros cênicos, a exposição também apresenta narrativas familiares relacionadas à resistência mossoroense durante a invasão do bando de Lampião, em 1927. São relatos preservados por diferentes gerações e que ajudam a compreender como os acontecimentos históricos permanecem presentes na memória coletiva da população.

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Idealizada pela fotógrafa Camila Zoitto, a mostra apresenta registros que valorizam artistas – Foto: reprodução / tv uern

Segundo a artista, o projeto busca evidenciar que a história de Mossoró não está apenas nos registros oficiais, mas também nos gestos cotidianos, nas lembranças familiares e nas experiências compartilhadas pela comunidade. A proposta é oferecer ao visitante um olhar sensível sobre o passado e sua permanência no presente.