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Ídolo

“Senna sempre”: Fórmula 1 e equipes homenageiam Ayrton Senna nos 32 anos de sua morte

Categoria relembrou legado do tricampeão brasileiro; McLaren e Williams também prestaram tributos
Redação
01/05/2026 | 16:04

A Formula 1 homenageou Ayrton Senna nesta sexta-feira 1º, data que marca os 32 anos da morte do tricampeão mundial brasileiro. Publicações nas redes sociais destacaram a trajetória e a importância do piloto para a história do automobilismo.

Senna morreu em 1º de maio de 1994, aos 34 anos, após acidente durante o Grande Prêmio de San Marino de 1994, disputado em Ímola, na Italy. O carro da Williams saiu da pista na curva Tamburello e bateu no muro durante a sétima volta da corrida.

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Ayrton Senna recebeu homenagens da Formula 1 e de equipes nos 32 anos de sua morte Foto: Reprodução

Em nota oficial, a Fórmula 1 afirmou que o brasileiro segue vivo na memória do esporte. “Sempre em nossos pensamentos. Lembrando de Ayrton Senna hoje e todos os dias”, publicou a categoria.

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Formula 1 homenageou Ayrton Senna nos 32 anos de sua morte e destacou que o piloto segue vivo na memória do esporte Foto: Reprodução

A McLaren, equipe pela qual Senna conquistou seus três títulos mundiais, também prestou homenagem ao ex-piloto. A escuderia relembrou uma frase marcante do brasileiro: “Ou você faz algo muito bem, ou nem faz”.

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McLaren relembrou a trajetória de Ayrton Senna, tricampeão mundial pela equipe britânica Foto: Reprodução

Já a Williams, última equipe defendida por Senna, resumiu o tributo em duas palavras: “Senna sempre”.

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Williams publicou a mensagem “Senna sempre” em homenagem ao brasileiro que defendeu a escuderia em 1994 Foto: Reprodução

Comoção histórica no Brasil

Após a morte, o corpo de Senna deixou a Itália três dias depois e foi levado para São Paulo. O traslado até a Assembleia Legislativa mobilizou milhares de pessoas pelas ruas da capital paulista.

O velório reuniu mais de 240 mil pessoas. Em seguida, o cortejo até o Cemitério do Morumbi foi acompanhado por cerca de 1 milhão de fãs, em uma das maiores despedidas da história do esporte nacional.

Mesmo após mais de três décadas, Ayrton Senna segue como um dos maiores ídolos do Brasil e referência eterna da Fórmula 1.