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Crime
Policial militar acusado de estuprar produtora se entrega no Rio de Janeiro
Leonardo Silva responde, na Justiça Militar, pelos crimes de estupro e abandono de posto, uma vez que o crime foi praticado durante o expediente. O PM também pode ser expulso da corporação
Redação
02/09/2020 | 10:07

O policial militar Leonardo Lourenço da Silva acusado de estuprar uma produtora cultural em Copacabana na Zona Sul do Rio de Janeiro, se entregou no local onde trabalha, o 19º Batalhão de Polícia Militar (BPM), na noite desta terça-feira, 1°. O sargento da PM foi encaminhado à Unidade Prisional da PMERJ, em Niterói. As informações são do G1.

Silva estava com prisão decretada desde a noite de segunda-feira, 31, pela juíza Ana Paula Pena Barros, da Auditoria Militar do Tribunal de Justiça (AJMERJ).

Silva responde, na Justiça Militar, pelos crimes de estupro e abandono de posto, uma vez que o crime foi praticado durante o expediente. O PM também pode ser expulso da corporação.

O sargento chegou a ser preso administrativamente, mas foi solto, e sua prisão preventiva foi solicitada. Silva aguardou em liberdade, mas afastado das ruas.

Segundo a vítima, que por segurança não teve a identidade revelada, o PM a atacou na casa dela no dia 24 de agosto.

Entenda a acusação

A mulher acusa o policial de ter ido ao apartamento dela para fazer um procedimento relacionado a um registro de ocorrência anterior. A movimentação do policial no edifício foi registrada por imagens de segurança do condomínio.

Segundo a vítima, o porteiro do prédio onde ela mora interfonou para o seu apartamento dizendo que um PM queria falar com ela. E que o policial era o mesmo que uma semana antes tinha atendido uma ocorrência no prédio.

Ela disse ainda que o PM se identificou como Leonardo Lourenço e insistiu para subir.

Imagens do circuito interno do prédio registraram o momento em que o PM sobe no elevador e aparece no corredor.

Em depoimento à polícia, a vítima disse que o suspeito acariciou seus seios, passou a mão em seu corpo e apertou seu pescoço. O caso foi registrado na 12ª DP (Copacabana).

Após o registro, a vítima foi ao batalhão da PM e, de lá, seguiu para o Instituto Médico Legal, onde fez exame de corpo de delito.

O exame apontou vestígios de violência sexual e indicou que houve ação contundente.

*Com informações do G1

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