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Coluna
Notas e informes: Testagem em massa
Redação
20/04/2020 | 00:30

Em vídeo divulgado neste domingo, o ministro da Saúde, Nelson Teich, voltou a defender a necessidade de ampliar a testagem para a doença no Brasil, mas disse que a testagem em massa não significa que todos serão testados.

Ele também afirmou que, em sua gestão, vai respeitar as “peculiaridades” dos estados. O número de pessoas infectadas com o novo coronavírus no país subiu para 38.654 e o total de mortes já chega a 2.462.

Reação I

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, reagiu neste domingo, pelas redes sociais, às manifestações que pediam o fechamento do Congresso e um novo AI-5.

Reação II

“O mundo inteiro está unido contra o coronavírus. No Brasil, temos de lutar contra o corona e o vírus do autoritarismo. É mais trabalhoso, mas venceremos. Em nome da Câmara dos Deputados, repudio todo e qualquer ato que defenda a ditadura, atentando contra a Constituição”, afirmou.

Coronalouco

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, chamou o presidente Jair Bolsonaro de “coronalouco”. A declaração foi dada durante entrevista, no último sábado, à rádio argentina La Pizzaria. Perguntado sobre a conduta de Bolsonaro em relação ao novo coronavírus, o venezuelano disse que o mandatário do país vizinho é responsável pelo número de casos da Covid-19 no Brasil.

Emergencial I

A Caixa informou que já foram finalizados 40,5 milhões de cadastros no aplicativo e site da instituição para pagamento do auxílio emergencial de R$ 600 aos informais. Trata-se dos trabalhadores que não estão inscritos no Cadastro Único (CadÚnico) do Ministério da Cidadania e que pleiteiam receber o benefício.

Emergencial II

Desse total, o governo já cruzou dados de 23 milhões, que fizeram cadastro entre os dias 7 e 10 de abril e já liberou o pagamento para um contingente de nove milhões de informais. O restante ainda está em fase de análise pela Dataprev e nesta semana deverá ser divulgado mais um universo de pessoas que têm direito ao benefício.

Socorro

O presidente do BNDES, Gustavo Montezano, afirmou neste domingo que as operações de socorro para grandes empresas de setores altamente afetados pela quarentena para combater o coronavírus, como aéreo, automotivo, varejo não alimentício e setor elétrico, devem ser liquidadas no mês que vem.

SOCORRO II
Sobre o pacote de R$ 55 bilhões já anunciado, o presidente do BNDES lembrou que R$ 20 bilhões foram para o FGTS, para permitir o saque de mil reais para os trabalhadores. Os outros 35 bilhões foram para o refinanciamento de seis meses da nossa carteira direta e indireta do banco.

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