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Mamonas Assassinas: Acidente e morte completam 25 anos; relembre a trajetória da banda
Em 2 de março de 1996, o Brasil acordava com a triste notícia da morte de todos os integrantes da banda - Dinho, Samuel Reoli, Júlio Rasec, Sérgio Reoli e Bento Hinoto
Estadão
02/03/2021 | 11:36

Em 2 de março de 1996, o Brasil acordava com a triste notícia da morte de todos os integrantes do Mamonas Assassinas. Banda estava voltando para casa quando o jatinho em que estava bateu na Serra da Cantareira. Todos a bordo morreram. Tragédia encerrava a curta e meteórica carreira do grupo, que era formado por por Dinho (vocal), Samuel Reoli (baixo), Júlio Rasec (teclado), Sérgio Reoli (bateria) e Bento Hinoto (guitarra), e conquistou o País, vendendo mais de dois milhões de cópias de seu CD. Para lembrar essa trupe divertida e criativa, que despontou no cenário musical com músicas como Pelados em Santos, destacamos 10 curiosidades sobre a sua trajetória.

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O grupo Mamonas Assassinas chegou a fazer 30 apresentações por mês até o desastre aéreo vitimar todos os integrantes, em 1996.

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O primeiro e também único CD gravado em estúdio dos Mamonas foi lançado em 23 de junho de 1995, que foi certificado com disco de diamante. No repertório, canções com temas polêmicos, letras politicamente incorretas e guitarras pesadas.

Mamonas Assassinas
Imagens dos Mamonas Assassinas no filme ‘Tudo Pela Música – Os 20 anos da Deck, de Daniel Ferro Foto: Acervo Deck

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Em cadernos antigos dos integrantes da banda, há rascunhos de canções que nunca chegaram a ser gravadas. Uma delas, chamada Ontem Eu Era Vagabundo, ficou conhecida quando a banda Tihuana chegou a gravar uma versão da música para uma reportagem do Fantástico em ocasião dos dez anos do acidente.

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No dia do acidente, Júlio, o tecladista, pintou os cabelos de vermelho e foi gravado pelo dono do salão dizendo a seguinte frase: ‘Nessa noite eu sonhei com um negócio assim… Parecia que o avião caía’. Muitos acreditam se tratar apenas de uma coincidência, mas há quem diga que foi uma premonição. Na foto, um  fã chora no enterro dos integrantes da banda.  

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De acordo com o livro Os 10 Mais, escrito por Luiz André Alzer e Mariana Claudino em 2008, o álbum dos Mamonas Assassinas constava como um dos dez mais vendidos da história no Brasil, na 9ª posição, com quase 2,5 milhões de cópias.

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Na primeira amostra de seu trabalho que o grupo enviou a uma gravadora constavam três músicas: Jumento Celestino, Pelados em Santos e Robocop Gay. O diretor artístico da gravadora EMI à época, João Augusto, começou a ouvi-la, mas não gostou do som e deixou-a de lado. Dias depois, seu filho de 16 anos não tirava a fita do aparelho de som, e as músicas faziam sucesso entre seus colegas. Ali surgia uma nova chance para os Mamonas.

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O riff inicial de Chopis Centis é uma paródia de Should I Stay or Should I Go, da banda The Clash. Já 1406 é uma sátira ao comércio de um famoso canal de televendas e Robocop Gay foi baseada no filme do Robocop e no Capitão Gay, personagem interpretado por Jô Soares nos anos 80.

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Os Mamonas gravaram uma música que acabou ficando de fora do álbum por causa do excesso de palavrões. Chamada de Não Peide Aqui, Baby, ela era uma paródia de Twist and Shout, dos Beatles.

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A  história da banda com o nome Mamonas Assassinas começou em 1989 quando ainda era a Utopia. Na formação estavam Bento Hinoto e os irmãos Samuel e Sérgio Reoli. Em 1990 Dinho se juntaria e Júlio Rasec seria o último a integrar a trupe.

Mamonas Assassinas
Capa do CD ‘Mamonas Assassinas’ Foto: Lili Martins/ Estadão

Repertório do CD:

1. 1406

2. Vira-Vira

3. Pelados em Santos

4. Chopis Centis

5. Jumento Celestino

6. Sabão Crá-Crá

7. Uma Arlinda Mulher

8. Cabeça de Bagre II (música incidental: Baby Elephant Walk)

9. Mundo Animal

10. Robocop Gay

11. Bois Don’t Cry

12. Débil Metal

13. Sábado de Sol

14. Lá Vem o Alemão

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