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Caso “Japinha do CV”

[VÍDEO] “Japinha do CV não existe”, diz influenciadora confundida com suposta morta em operação no Rio

Em vídeo publicado nas redes sociais, jovem afirmou que teve a imagem usada indevidamente em notícias sobre a Megaoperação Contenção, realizada no dia 28 de outubro
Redação
12/11/2025 | 10:01

A influenciadora Maria Eduarda, conhecida nas redes sociais como Penélope, se pronunciou pela primeira vez na noite desta terça-feira 11, após ter seu nome e imagem associados à figura da chamada “Japinha do CV”, suposta integrante do Comando Vermelho (CV), inicialmente apontada como morta na Megaoperação Contenção, realizada no Rio de Janeiro, em 28 de outubro.

Em um vídeo publicado em suas redes sociais, Maria Eduarda negou todas as informações que circularam sobre ela e afirmou ter sido vítima de uma confusão que transformou sua vida em um pesadelo.

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Maria Eduarda negou envolvimento com o tráfico e afirmou ter sido confundida com a suposta “Japinha do CV” - Foto: reprodução

“Essa tal de Japinha que estão falando aí… não sou eu. Essa menina não existe. Japinha não existe. Não existe ninguém com esse apelido, o meu nome é Maria Eduarda conhecida como Penélope”, afirmou.

O episódio começou após fotos de Maria Eduarda serem associadas à notícia da morte de uma suposta traficante durante a operação policial. Em poucas horas, a imagem da jovem foi usada em postagens que mencionavam o apelido “Japinha do CV”, provocando uma onda de especulações nas redes sociais.

A Polícia Civil negou oficialmente que houvesse mulheres entre os mortos na operação e informou que o corpo inicialmente vinculado à história era do traficante baiano Ricardo Aquino dos Santos.
De acordo com análises, a jovem confundida com a suposta traficante apresentava características físicas e tatuagens diferentes das da mulher morta.

No vídeo, Maria Eduarda também negou qualquer envolvimento atual com o tráfico e afirmou que algumas das fotos divulgadas remetem ao seu passado.

Ela também desmentiu mensagens e áudios que circulavam em seu nome, entre eles uma suposta gravação em que afirmaria “ser melhor que achassem que estava morta”.

“Isso tudo que aconteceu foi a internet que criou porque em nenhum momento eu ou minha família ou ninguém próximo a mim veio falar nada na internet que eu tinha morrido. Então a internet já vinculou fotos, imagens de uma vida minha passada na qual eu não levo mais”, declarou.

Confira o vídeo:

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