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Vingança

[VÍDEO] Filho é suspeito de matar o assassino da mãe 10 anos após a morte dela em MG

Crime ocorreu em frente a unidade de saúde em Frutal; investigado é procurado e defesa afirma que ele pretendia se entregar
Redação
08/04/2026 | 10:57

Um jovem de 19 anos é apontado como principal suspeito de matar o homem condenado pelo assassinato de sua mãe, em um caso registrado em Frutal, no Triângulo Mineiro.

De acordo com a polícia, Marcos Antônio da Silva Neto teria executado Rafael Garcia Pedroso com cinco disparos pelas costas, no dia 31 de março, em frente à Unidade Básica de Saúde do bairro Novo Horizonte. A vítima aguardava atendimento para a esposa no momento em que foi surpreendida.

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Rafael Garcia Pedroso foi morto a tiros em frente a uma unidade de saúde em Frutal, no Triângulo Mineiro Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

Informações do boletim de ocorrência indicam que Marcos monitorava Rafael desde janeiro, quando ele deixou uma unidade da Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (Apac), onde cumpria pena.

A Polícia Civil informou que o jovem é considerado foragido desde o dia do crime e que já solicitou à Justiça um mandado de prisão temporária. O caso está em estágio avançado de investigação.

A defesa do suspeito afirmou que ele pretendia se apresentar espontaneamente e confessar o crime, mas que isso não ocorreu por questões de procedimento. Segundo os advogados, a apresentação precisaria ser previamente alinhada com a delegacia responsável, o que não foi possível no momento.

Em nota, a Polícia Civil explicou que a entrega voluntária deve ser organizada com antecedência e não impede eventual prisão, caso haja основания legais.

Crime anterior
O caso tem origem em um crime ocorrido há dez anos. Em 3 de julho de 2016, Glauciane Cipriano foi assassinada com cerca de 20 facadas pelo então companheiro, Rafael Garcia Pedroso.

O homicídio aconteceu durante um encontro entre amigos, no período da ExpoFrutal. Segundo a investigação, após uma discussão motivada por ciúmes, Rafael perseguiu a vítima e a atacou de forma repentina, sem possibilidade de defesa.

O crime foi cometido na frente do filho do casal, que à época tinha 9 anos. A condenação apontou motivo fútil, uso de meio cruel e contexto de violência doméstica.