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RN

Farmácias de plantão fechadas geram reclamações e expõem falhas na fiscalização em Assú

Denúncia relata dificuldade de acesso a medicamento durante a madrugada e cobra atuação da prefeitura para garantir cumprimento da escala
Redação
20/01/2026 | 19:53

Um problema no funcionamento de farmácias em regime de plantão tem provocado reclamações de usuários no município de Assú, no interior do Rio Grande do Norte, e reacendido o debate sobre a fiscalização do serviço. A denúncia foi repassada ao repórter Jalisson Ferreira por um mototaxista, que relatou dificuldades para adquirir um medicamento na noite deste domingo, 18 de janeiro de 2026.

Segundo o relato, por volta das 23h o profissional foi acionado por um casal de idosos que precisava comprar um medicamento de uso necessário fora do horário comercial. Ao se dirigir a duas farmácias que estariam oficialmente escaladas para o plantão — uma no Centro da cidade e outra no bairro Parati 2000 —, ele constatou que ambos os estabelecimentos estavam fechados.

Farmácias de plantão fechadas geram reclamações e expõem falhas na fiscalização em Assú - Foto: Ilustrativa/Agência Brasil/Arquivo
Farmácias de plantão fechadas geram reclamações e expõem falhas na fiscalização em Assú - Foto: Ilustrativa/Agência Brasil/Arquivo

O mototaxista afirma que chegou a chamar repetidas vezes nas portas das farmácias, sem obter qualquer resposta. Diante da impossibilidade de adquirir o medicamento durante a madrugada, a compra só pôde ser realizada no dia seguinte, já em horário regular de funcionamento do comércio.

O caso levou o denunciante a cobrar uma atuação mais efetiva do poder público municipal. De acordo com ele, cabe à Prefeitura de Assú organizar a escala de plantões e fiscalizar o cumprimento dos horários pelas farmácias credenciadas. “É preciso notificar e fiscalizar para evitar que isso volte a acontecer, principalmente quando envolve idosos ou situações de emergência”, afirmou.

A reclamação expõe uma fragilidade na oferta de um serviço considerado essencial e reforça a necessidade de maior rigor no acompanhamento das escalas de plantão. Para moradores, a falta de acesso a medicamentos fora do horário comercial pode representar riscos à saúde, sobretudo para pessoas em situação de vulnerabilidade, e demanda respostas mais efetivas do poder público.