O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, afirmou neste domingo 4, após votar em São Bernardo do Campo, que o Brasil não deve colocar seu futuro nas mãos de “milicianos” e citou a “orgia que se faz em torno da quadrilha do Banco Master”. Lula também disse estar certo de que vencerá as Eleições 2026 e afirmou que aceitará o resultado das urnas.
“O Brasil não irá para a frente facilitando a venda de armas, o Brasil irá para a frente facilitando a distribuição de livros didáticos nas escolas. O Brasil não irá para a frente com miliciano, o Brasil não irá paraa frente com essa orgia que se faz em torno da quadrilha do Banco Master. O Brasil vai para a frente com seriedade, com comportamento de caráter e de dignidade dos seus governantes”, disse o presidente.

Lula votou na Escola Estadual João Firmino Correia de Araújo, no bairro Assunção, em São Bernardo do Campo, na região metropolitana de São Paulo. O presidente chegou ao local por volta das 9h e registrou o voto às 9h15.
Após votar, Lula afirmou estar certo de que vai ganhar as Eleições 2026 e agradeceu aos eleitores que apoiam e também aos que se posicionam contra sua candidatura.
“Eu só posso agradecer ao povo brasileiro, a toda a sociedade brasileira, àqueles que votam em nós, àqueles que votam contra nós, ou seja, o fato concreto é as pessoas se mobilizarem democraticamente”, disse.
O presidente também afirmou que, ao votar, os brasileiros devem considerar o futuro do país. Lula citou o controle da inflação, a volta do crescimento, o aumento do salário mínimo e uma revolução na educação do Brasil como marcos de seu governo.
Lula declarou ainda que aceitará o resultado das urnas. “O povo é soberano e o resultado do povo será acatado por todos os 215 milhões de brasileiros”, afirmou.
“O povo é dono do país, o povo é dono da democracia, ele é a razão pela qual a gente está acreditando nisso.”
O presidente chegou ao local de votação acompanhado da esposa, Janja Lula da Silva, além de Fernando Haddad (PT), Simone Tebet (PSB), Marina Silva (Rede), Geraldo Alckmin (PSB) e Márcio França (PSB).
A Escola Estadual João Firmino Correia de Araújo teve a segurança reforçada para a votação do presidente. Jornalistas que acompanharam a passagem de Lula pelo local precisaram passar por detectores de metais.