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Cautela
Natal divulga protocolo de atendimento para infecções respiratórias
Documento está disponível no portal da Prefeitura do Natal, através do endereço eletrônico da prefeitura, e foi estruturado com base nas ações já existentes para notificação de acordo com padrões da OMS
Redação
02/03/2020 | 14:12

A Secretaria Municipal de Saúde do Natal, por meio do Departamento de Vigilância em Saúde – DVS e da Vigilância Epidemiológica – SVE, divulgou o Protocolo Municipal para Infecção Humana pelo novo Coronavírus COVID-19, vindo a fortalecer as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) com finalidade de alertar os profissionais quanto a um possível caso sintomatológico de doença respiratória que tenha histórico de viagem para as áreas de transmissão nos últimos 18 dias e que atenda a definição de um caso suspeito do novo coronavírus (COVID-19).

O documento está disponível no portal da Prefeitura do Natal, através do endereço eletrônico natal.rn.gov.br , e foi estruturado com base nas ações já existentes para notificação de acordo com padrões da Organização Mundial da Saúde (OMS) e Ministério da Saúde (MS), além de Planos de Vigilância de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e Síndrome Gripal (SG). “O Protocolo será atualizado sempre que o MS sinalizar”, comenta Juliana Araújo, diretora do Departamento de Vigilância em Saúde de Natal.

Até o momento os possíveis casos apresentam sinais ou sintomas como febre e tosse. Por isso recomenda-se evitar contato próximo (cerca de 1m) a alguém com sintomas respiratórios, cobrir a boca ao tossir ou espirrar, lavar as mãos frequentemente, limpar regularmente os ambientes e mantê-los ventilados, evitar o compartilhamento de objetos pessoais e evitar locais aglomerados. As formas de transmissão do novo coronavírus ainda estão em andamento. A disseminação de pessoa para pessoa pode ocorrer de forma continuada, mas ainda não está claro com que facilidade o novo coronavírus se espalha de pessoa para pessoa.

Apesar disso, a transmissão do coronavírus costuma ocorrer pelo ar ou por contato pessoal com secreções contaminadas, como:  gotículas de saliva; espirro; tosse; catarro; contato pessoal próximo, como toque ou aperto de mão; contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos.

Ainda não existe tratamento especifico para infecções causadas por coronavírus humano. Dependendo do caso, algumas medidas podem ser adotadas para alivio dos sintomas, como uso de medicamento para dor e febre (antitérmicos e analgésicos) e uso de umidificador no quarto ou tomar banho quente para auxiliar no alívio da dor de garganta e tosse. Com o surgimento dos primeiros sintomas de arbovirose, é fundamental procurar ajuda médica para confirmar ou descartar o diagnóstico e iniciar o tratamento.

Definição de casos suspeitos:  Situação 1 – Febre e pelo menos um sinal ou sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar, batimento das asas nasais, entre outros) e histórico de viagem para área com transmissão local, de acordo com a OMS, nos últimos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sinais ou sintomas; ou Situação 2 – Febre e pelo menos um sinal ou sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar, batimento das asas nasais, entre outros). Além disso deve-se observar o histórico de contato próximo de caso suspeito para o coronavírus (COVID-19), nos últimos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sinais ou sintomas.

Entende-se como contato próximo uma pessoa envolvida em qualquer uma das seguintes situações: 1 – Estar a dois metros de um paciente com suspeita de caso por 2019-nCoV, dentro da mesma sala ou área de atendimento (ou aeronaves ou outros meios de transporte), por um período prolongado, sem uso de equipamento de proteção individual (máscara cirúrgica). 2 – Cuidar, morar, visitar ou compartilhar uma área ou sala de espera de assistência médica ou, ainda, nos casos de contato direto com fluidos corporais, enquanto não estiver em uso do EPI recomendado.

Os casos que se enquadrarem na definição de casos suspeitos para o coronavírus são comunicados de forma imediata ao Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde – CIEVS/NATAL para investigação, descarte ou confirmação do diagnóstico.

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