Nos últimos anos o número de cirurgias plásticas para reconstrução mamária tiveram um aumento significativo. Segundo levantamento da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, em 2009 apenas 18 mil mulheres se submeteram a este procedimento enquanto que em 2014 este número subiu para 103 mil. Para pacientes que tiveram câncer de mama e precisaram realizar a retirada total ou parcial da mama, a cirurgia plástica têm contribuído em muito para que estes pacientes recuperem sua autoestima.
O cirurgião plástico Paulo Henrique Duarte explica que é preciso analisar cada caso individualmente para que se possa escolher o procedimento que melhor se enquadre nas necessidades do paciente. “Existem várias opções e procedimentos cirúrgicos que podem ser indicados para um paciente nesta situação. Desde implantes temporários ou definitivos ao uso apenas de implantes de silicone. Há ainda a opção de utilizar o tecido abdominal ou das costas, o que demanda mais tempo de recuperação no pós-operatório. A reconstrução da mama pode ser imediata ou tardia, mas ela deve ser individualizada. Para cada caso é preciso ver qual é o procedimento mais indicado”.

A priori toda paciente que passou por uma mastectomia pode realizar a reconstrução da mama. Em alguns casos a reconstrução da mama é feita logo após a retirada do câncer. O cirurgião comenta ainda que a reconstrução imediata ajuda quanto a autoestima desses pacientes. “A cirurgia imediata traz como benefício o resgate da autoestima dos pacientes. É preferível, em alguns casos, que seja tardia para que assim não haja aumento do risco de complicações durante a cirurgia. Geralmente quando o paciente está fazendo tratamento com radioterapia também é aconselhável esperar acabar as sessões e só depois de uns meses fazer a reconstrução”.
Como em boa parte dos casos apenas uma das mamas precisa ser retirada, Paulo Henrique Duarte esclarece que nem sempre há necessidade de estender o procedimento à mama que está sadia. “Inicialmente se reconstrói a mama que foi mutilada. Posteriormente pode ser necessário, caso a paciente tenha uma queixa estética, que a outra mama também seja operada. Pode ser feita então uma redução, suspensão, ou implante de silicone para aproximar o formato do outro seio ao da mama reconstruída”. O procedimento pode deixar cicatrizes, mas já existem disponíveis no mercado produtos tópicos que ajudam na redução dessas marcas.
O médico cirurgião relembra ainda que é preciso que a paciente continue sobre os cuidados de um mastologista mesmo após a retirada do câncer. “É preciso que seja feito um follow up, um acompanhamento por cinco anos com o mastologista. Esse acompanhamento é necessário até que se possa ser declarada a cura da paciente”.
Dr. Paulo Henrique Duarte atua como cirurgião plástico em Natal e Belo Horizonte, com atendimento de convênio e particular. Em Natal, o médico cirurgião plástico atende na Clínica Dermatológica Dra. Daiane Saldanha, na Jovially Clínica de Estética, no Instituto da Mama, Natal Hospital Center, Hospital da LIGA Norteriograndense, Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel.
O cirurgião plástico realiza uma gama de procedimentos como: Rinoplastia (Plástica do Nariz), Abdominoplastia (Cirurgia do Abdome), Lipoaspiração, Cirurgia de Calvície (Transplante de Cabelo), Lifting de Face (Cirurgia de Face), Otoplastia (Orelha em Abano), Mamoplastia Redutora (Redução de Mama), Mastopexia (Suspensão das Mamas) e Mamoplastia de Aumento (Implante de Silicone), além de procedimentos de rejuvenescimento, como Botox e preenchimento.