Nos últimos dias, arranjos estaduais devem afunilar as possibilidades eleitorais do time ministerial do presidente Jair
Bolsonaro (PL). Fábio Faria (Comunicações), Anderson Torres (Justiça) e João Roma (Cidadania) ainda aguardam para bater o martelo, mas podem decidir permanecer na Esplanada. A informação é da Folha de S. Paulo.
Faria sempre descartou a possibilidade de concorrer ao governo do estado, onde a governadora Fátima Bezerra (PT) tem bom desempenho eleitoral na disputa pela reeleição.

Para deputado federal, já está sacramentada a candidatura do ex-governador e pai do ministro, Robinson Faria. A aliados Faria diz ainda que o arranjo definitivo será selado neste mês. A avaliação é a de que, se os dois disputarem, ele pelo
PP e Marinho pelo PL, quem ganhará a única vaga pelo Senado será um nome apoiado pelo PT.
CÁLCULOS
Tem nomes novatos que desejam chegar à Assembleia Legislativa confirmando candidatura por vários partidos. Tem nominatas que as figuras estão repetidas. Muita gente já percebendo isso.
DECIDIDO
O deputado Souza Neto (PSB) não vai lançar nenhum nome da família para lhe substituir na Assembleia Legislativa. Como já adiantou, Souza não vai concorrer à reeleição e a tendência é apoiar um colega. As conversas estão a todo vapor.
SUPLENTE
Não pegou bem nas hostes petistas a possibilidade do ex-deputado Wober Júnior do Cidadania ser o suplente de Carlos Eduardo (PDT), como senador. Wober está fora da política desde 2010, quando não conseguiu um mandato. Em 2012 e 2014 não conseguiu eleger a filha, Laura Helena, vereadora e deputada. Em 2018, ela acabou retirando o nome.
PT
Mesmo diante das dificuldades para a costura de uma federação com o PSB e outras siglas de esquerda, o PT trabalha com a perspectiva de lançar somente cerca de dez candidatos a governador nas próximas eleições, um dos menores números de seus 42 anos de história.