Um teste feito pela organização britânica Eko mostrou que a Meta, dona do Facebook e do Instagram, aprovou 13 de 15 anúncios políticos falsos dirigidos ao público brasileiro. As peças foram criadas com inteligência artificial e pagas a partir dos Estados Unidos, justamente para verificar se o sistema de controle da plataforma barraria esse tipo de conteúdo.
A Meta afirmou que os anúncios não chegaram a ser exibidos aos usuários. O teste, porém, apontou outra falha: nenhuma das peças foi classificada pela plataforma como conteúdo eleitoral, categoria que exige regras próprias de identificação e transparência em período de campanha.
