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Higiene da cama

Fronhas sujas favorecem acne e alergias

Especialistas alertam que roupa de cama acumula suor, oleosidade, células mortas e microrganismos que podem favorecer irritações e alergias
Por O Correio de Hoje
08/07/2026 | 16:38

A troca frequente das fronhas e dos lençóis é uma medida simples que pode contribuir para a saúde da pele e reduzir a proliferação de bactérias, ácaros e outros microrganismos na cama. Especialistas recomendam que as fronhas sejam lavadas pelo menos uma vez por semana, podendo ser substituídas com maior frequência conforme a rotina da pessoa, principalmente em períodos de calor, transpiração intensa ou excesso de oleosidade.

Por permanecerem em contato direto com o rosto durante várias horas todas as noites, as fronhas acumulam diariamente suor, saliva, células mortas da pele, oleosidade do cabelo e resíduos que favorecem a multiplicação de bactérias e ácaros. Segundo especialistas, esse ambiente pode contribuir para o surgimento de acne, irritação, ressecamento da pele e outras alterações dermatológicas.

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Fronhas devem ser trocadas com constância - Foto: Magnific

Além das fronhas, os lençóis também devem fazer parte da rotina de higienização semanal. A cama reúne umidade, poeira e resíduos orgânicos que, ao longo dos dias, criam condições favoráveis para a proliferação de microrganismos capazes de afetar a saúde e o bem-estar.

Os cuidados, porém, não se limitam à lavagem da roupa de cama. Especialistas recomendam manter o cabelo limpo, principalmente durante o verão ou em casos de transpiração excessiva. A orientação é lavar os fios a cada três ou quatro dias, ou em intervalos menores quando houver caspa, oleosidade intensa ou maior produção de suor.

De acordo com o site especializado em beleza Glamour, muitas pessoas concentram os cuidados apenas na limpeza da pele do rosto, mas deixam de considerar que a sujeira acumulada nos travesseiros também interfere diretamente na saúde da pele.

Embora muitas pessoas troquem as fronhas a cada sete dias, especialistas destacam que esse intervalo pode precisar ser reduzido conforme os hábitos individuais. Suor, saliva, oleosidade capilar e outras impurezas aceleram o acúmulo de resíduos, tornando o ambiente ainda mais favorável ao desenvolvimento de bactérias e ácaros.

Os especialistas também chamam atenção para a necessidade de substituir os próprios travesseiros periodicamente. A recomendação é realizar a troca a cada um ou dois anos, dependendo do estado de conservação do produto.

Entre os sinais que indicam a necessidade de substituir o travesseiro estão a perda de firmeza, manchas persistentes, odores desagradáveis que permanecem mesmo após a lavagem e o surgimento de dores no pescoço ou nas costas durante o sono.

Segundo os especialistas, manter uma rotina adequada de higiene da cama, associada à troca periódica das fronhas, dos lençóis e dos travesseiros, ajuda a preservar a saúde da pele, melhora a qualidade do sono e reduz a exposição diária a ácaros e outros agentes que podem desencadear alergias e irritações.