Met Gala 2026, um dos eventos mais aguardados do calendário internacional da moda, foi realizado na noite desta segunda-feira 4, em Nova York, reunindo artistas, estilistas, atletas e personalidades de diferentes áreas. Promovido anualmente em benefício do Costume Institute, do Metropolitan Museum of Art, o evento combina arrecadação de recursos com uma grande vitrine de moda no tapete vermelho. Ao longo dos anos, a gala se consolidou como um espaço em que o vestuário ultrapassa a função estética e passa a dialogar com arte, cultura e identidade.
Nesta edição, o tema proposto foi “Costume Art”, enquanto o código de vestimenta seguiu a linha “Fashion is Art” (“moda é arte”). A proposta amplia as possibilidades criativas e abre espaço para produções mais conceituais, com peças que exploram formas, volumes e interpretações visuais do corpo. A expectativa em torno dos figurinos se confirmou com a presença de convidados conhecidos por apostar em produções marcantes. Entre os copresidentes da edição estão Beyoncé, Nicole Kidman, Venus Williams e Anna Wintour. A participação de Beyoncé chamou atenção, já que a artista não comparecia ao evento há cerca de uma década.

O grupo de anfitriões também reuniu nomes ligados à moda e ao entretenimento, como Anthony Vaccarello e Zoë Kravitz. O comitê contou ainda com a presença de personalidades como Sabrina Carpenter, Doja Cat, Gwendoline Christie, Alex Consani, Misty Copeland, Elizabeth Debicki, Lena Dunham, Paloma Elsesser, Lisa, Chloe Malle, Sam Smith e Teyana Taylor, entre outros convidados. Conhecido por transformar o tapete vermelho em um espetáculo visual, o Met Gala reforça, a cada edição, sua posição como um dos principais eventos culturais e midiáticos do mundo, combinando moda, arte e projeção global.
Sob o comando da jornalista Anna Wintour desde 1995, o evento deixou de ser restrito ao circuito da alta sociedade para se transformar em um dos maiores fenômenos do entretenimento. É daí que vem também a lógica do famoso “dress code”. A cada edição, convidados são orientados a interpretar o conceito da exposição por meio dos looks, o que transformou o tapete vermelho do Met em um espetáculo próprio, conhecido por figurinos dramáticos assinados por grandes estilistas.