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Indentificação
Quatro dos doze fugitivos da Penitenciária de Alcaçuz são membros de facção criminosa
A fuga ocorreu na madrugada de sexta-feira 16 para sábado 17
Redação
17/07/2021 | 10:54

A Secretaria de Estado e Administração Penitenciária identificou os 12 fugitivos da Penitenciária de Alcaçuz. Entre eles, quatro pertencem a uma facção criminosa que atua no Rio Grande do Norte. A fuga ocorreu na madrugada de sexta-feira 16 para sábado 17. Todos ocupavam a cela 09 do pavilhão 04.

De acordo com a Seap, os fugitivos foram identificados como: Alziro Tony da Silva, de 28 anos; Antonio Marcos Sena da Silva, conhecido como ‘Marcola’, de 31 anos; Cleyton Marques de Mendonça, de 27 anos; Francisco Alef Guedes de Lima, conhecido como ‘Matuto’, de 27 anos; Francisco Damião Virgínio de Oliveira, conhecido como ‘Gato a Jato’, de 48 anos; Francisco Eliomar Faustino Júnior, de 27 anos; Francisco Ray Pereira da Costa, de 27 anos; Genilson Silva de Andrade, conhecido como ‘Nilson’, de 23 anos; Henrique de Oliveira Souza, conhecido como ‘Borracha’, de 35 anos; Ivanaldo Sales da Silva, conhecido como ‘Pikachu’, de 21 anos; Max Soares da Silva, de 29 anos; e Osvanildo Maria da Silva, conhecido como ‘Cachimbo’, de 34 anos.

Penitenciária de Alcaçuz

A Penitenciária de Alcaçuz é um unidade prisional brasileira localizada no município de Nísia Floresta, no estado do Rio Grande do Norte, a 25 km da capital Natal. Trata-se da maior penitenciária do estado, e de acordo com dados oficiais abrigava no início do ano de 2017 um número total de 1.083 presos, muito embora tivesse capacidade para apenas 620.

Rebeliões

No dia 14 de janeiro de 2017, 26 presos foram assassinados em uma rebelião na Penitenciária de Alcaçuz. De acordo com o governo do Rio Grande do Norte, a rebelião teve início por volta das 17h (18h no horário de Brasília), quando presos do pavilhão 5, chamado de Presídio Rogério Madruga Coutinho, invadiram o pavilhão 4 para matar rivais. A rebelião não atingiu os pavilhões 1, 2 e 3.

Os líderes da rebelião pertencem ao PCC e foram transferidos para outras unidades prisionais do estado. O então governador do estado, Robinson Faria, informou que pediria ao governo federal um reforço do efetivo da Força Nacional de Segurança “para o enfrentamento à crise instalada no sistema penitenciário”, e pediu uma audiência com o presidente Michel Temer para tratar sobre a situação. Em setembro, 116 homens da Força Nacional chegaram ao Rio Grande do Norte. Em 9 de janeiro de 2017, o Ministério da Justiça autorizou a prorrogação da permanência do efetivo no Estado por 60 dias. Junto com Porto Alegre e Aracaju, Natal integra a lista das três capitais escolhidas para o início do Plano Nacional de Segurança (PNS), elaborado pelo governo federal com auxílio dos Estados.[3] Segundo o governo, os “problemas penitenciários” de Natal geraram um aumento no número de homicídios no segundo semestre do ano passado.

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