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Segurança

Polícia Penal do RN implanta câmeras corporais e investe R$ 5,2 milhões em equipamentos

Entre recursos adquiridos estão scanners de raios X, drones, georradar, kits de varredura eletrônica e outros
Redação
02/07/2026 | 18:09

A Polícia Penal do Rio Grande do Norte concluiu a implantação de câmeras corporais por meio do Sistema Integrado de Gestão e Operação Tática e realizou, nesta semana, a primeira operação de grande porte com uso da tecnologia.

A iniciativa integra o processo de modernização do sistema penitenciário estadual e reúne investimentos de R$ 5,2 milhões, provenientes da contratação das bodycams e da aquisição de equipamentos por meio do Governo Federal.

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Polícia Penal do RN implanta câmeras corporais e investe R$ 5,2 milhões em equipamentos - Foto: SEAP

O contrato prevê o fornecimento das câmeras corporais e da plataforma de gerenciamento das imagens pelo período de 36 meses, com investimento de R$ 2,592 milhões.

Segundo a Secretaria da Administração Penitenciária (SEAP), a tecnologia permite o registro de ocorrências em tempo real, amplia a produção de provas, contribui para o aperfeiçoamento dos protocolos operacionais e protege os servidores.

“A Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) disponibilizou aos estados equipamentos de alta tecnologia para fortalecer o enfrentamento ao crime organizado e modernizar os sistemas penitenciários. No Rio Grande do Norte, esses recursos já estão em pleno funcionamento e, inclusive, foram empregados na mais recente fase da Operação Mute”, afirmou o secretário da Administração Penitenciária, Helton Edi.

Além das câmeras corporais, o estado também recebe equipamentos do Projeto Padrão Segurança Máxima, coordenado pela Senappen, do Ministério da Justiça e Segurança Pública, com investimento superior a R$ 2,6 milhões.

Entre os recursos estão scanners de raios X, drones, georradar, kits de varredura eletrônica, boroscópios, sistemas de áudio e vídeo para parlatórios e aparelhos portáteis de inspeção.

De acordo com a pasta, os equipamentos ampliam a capacidade operacional da Polícia Penal, fortalecem a integração com forças federais e contribuem para ações de segurança, monitoramento das unidades prisionais, prevenção de fugas e combate à entrada de materiais ilícitos.