Problemas cardíacos estão entre as doenças mais comuns em cães e podem atingir animais de qualquer idade, muitas vezes sem sinais evidentes no início. Estima-se que as cardiopatias representem cerca de 10% dos atendimentos em clínicas veterinárias e estejam entre as principais causas de complicações e morte. Embora sejam mais frequentes em cães idosos, também podem aparecer em animais jovens, inclusive por fatores genéticos ou condições congênitas. Por isso, o acompanhamento ao longo da vida é considerado essencial.
Problemas cardíacos estão entre as doenças mais comuns em cães e podem atingir animais de qualquer idade, muitas vezes sem sinais evidentes no início. Estima-se que as cardiopatias representem cerca de 10% dos atendimentos em clínicas veterinárias e estejam entre as principais causas de complicações e morte. Embora sejam mais frequentes em cães idosos, também podem aparecer em animais jovens, inclusive por fatores genéticos ou condições congênitas. Por isso, o acompanhamento ao longo da vida é considerado essencial.

Especialistas alertam que nem sempre a ausência de sintomas indica que o coração está saudável, já que muitas doenças evoluem de forma silenciosa. Em exames de rotina, é comum a identificação de sinais como sopro cardíaco, que pode indicar alterações que precisam ser investigadas. A prática de exercícios também não precisa ser totalmente suspensa em animais com diagnóstico, desde que seja moderada e orientada por um profissional.
A tosse, frequentemente associada a problemas respiratórios, também pode estar relacionada a alterações cardíacas. “Quando o coração aumenta de tamanho ou há alterações na circulação, algumas estruturas próximas aos pulmões podem ser afetadas, o que pode desencadear episódios de tosse. É importante entender também que o grau de tosse não está diretamente correlacionado com o grau da doença, não devendo ser um parâmetro para avaliar efetividade do tratamento”, afirma.
Apesar do diagnóstico, muitos cães conseguem manter qualidade de vida por longos períodos quando há acompanhamento adequado. “Hoje temos mais recursos para acompanhar e manejar essas condições. Quando o diagnóstico acontece cedo e o tratamento é seguido corretamente, muitos animais continuam ativos e com boa qualidade de vida”, ressalta o especialista. A orientação é manter consultas regulares e observar qualquer mudança no comportamento do animal para garantir um diagnóstico precoce e um melhor controle da doença.