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Fátima reafirma Mineiro e defende nome de Larissa Rosado em Mossoró

Agora RN
04/03/2012 | 11:20

A deputada federal Fátima Bezerra (PT) já tem uma postura bem definida para as eleições de 2012 em Natal e em Mossoró. Além de garantir que não vai ser candidata, Fátima ainda confirmou nesta sexta-feira, em entrevista ao JORNAL DAS SEIS, da 96 FM, que o deputado Fernando Mineiro é o nome que o partido deve lançar como candidato ao cargo de prefeito na capital do Estado.

“Isso é assunto vencido. O PT tem candidato, chama-se Fernando Mineiro, e vamos à luta”, afirmou a deputada federal. Enquanto em Natal a expectativa é que o PT tenha um nome próprio, em Mossoró a situação é diferente. Fátima apóia a afirmação de uma aliança com o PSB, indicando o candidato a vice que vai formar a chapa com a pré-candidata Larissa Rosado.

“Mossoró é simples. Não é de nome, é de prática eleitoral. Tem uma ala que defende candidatura própria, sobretudo do nome de Josivan (Barbosa, ex-reitor da UFRN), por quem tenho o maior respeito e carinho”, afirmou ela, caracterizando que há um impasse até o momento, pelo fato de ter “outra ala, da qual eu faço parto, que entende que, neste momento, o caminho mais adequado seria o PT se unir as oposições e indicar o vice de Larissa Rosado (PSB)”.

Para defender o que pensa em meio a indecisão dentro do partido sobre a candidatura em Mossoró, Fátima Bezerra avaliou que um dos fatos importantes foi o PSB ter procurado o PT. “Os partidos que estão com ela (Larissa Rosado) têm essa compreensão”, ressaltou.

Além disso, a deputada lembrou que o “grupo que hoje é contrário a uma aliança com o PSB é o mesmo que há quatro anos defendeu a aliança com o PSB para a indicação de um vice” e, também, que “diferente de Natal, que a eleição se dá em dois turnos, em Mossoró termina tudo no dia 3 de outubro”.

Porém, o principal para Fátima defender uma aliança com o PSB na “Capital do Oeste” é a possibilidade de vencer o DEM no segundo maior colégio eleitoral do Estado. “Mossoró é o berço político do DEM. Se nós conseguimos derrotar o DEM que, inclusive, vem de uma candidatura que tem um vínculo de parentesco direto, convenhamos: significa quebrar um dos pilares político-eleitoral forte que o DEM tem no Estado”.

O Jornal de Hoje