A três dias do encerramento das Olimpíadas de Paris-2024, a disputa pelo topo no quadro qualitativo de medalhas (pelo número de ouros), entre EUA e China, está acirrada.
Na noite desta quinta-feira 8, os norte-americanos, com três vitórias no atletismo –110 m com barreiras (masculino), 400 m com barreiras (feminino) e salto em distância (feminino) –, apareciam na liderança, com 30 ouros.

Colados, com 29 ouros, os chineses, que também acumularam no dia três medalhas douradas –C2 500 m (masculino) na canoagem, trampolim 3 m (masculino) nos saltos ornamentais e categoria até 59 kg (feminino) no boxe.
Assim, as duas potências esportivas prometem uma batalha medalha a medalha até o domingo para ganhar as Olimpíadas parisienses.
A mesma disputa EUA x China foi vista há três anos, em Tóquio, na mais recente edição dos Jogos.
No Japão, os chineses chegaram ao último dia de competições com vantagem de dois ouros (38 a 36).
Triunfos no ciclismo individual (feminino), no basquete e no vôlei (ambos com as mulheres) propiciaram a virada norte-americana.
Agora, as apostas da China para vencer estão no boxe (três finais), no time feminino de hóquei (finalista) e no time feminino de tênis de mesa (finalista), além de favoritismo em disputas do levantamento de peso e saltos ornamentais.
OS EUA são finalistas do futebol (feminino), basquete (masculino) e vôlei (feminino) e ainda têm chance no polo aquático (masculino) e no basquete (feminino), que estão nas semifinais. Ainda espera ganhar mais ouros no atletismo (são nove até aqui), especialmente em provas de pista.
A última vez que os norte-americanos não terminaram as Olimpíadas liderando o quadro qualitativo foi em Pequim-2008, quando os chineses abrigaram o evento multiesportivo e ganharam 48 ouros – em segundo, os EUA faturaram 36.