Matheus Cunha foi o grande destaque da vitória do Brasil sobre o Haiti na Copa do Mundo de 2026 ao marcar dois gols, mas outro detalhe também chamou a atenção dos torcedores: a comemoração imitando um surfista. O gesto, repetido pelo atacante após balançar as redes, carrega uma forte ligação com o Rio Grande do Norte.
A relação do jogador paraibano com o estado passa por Baía Formosa, município do litoral Sul potiguar que ele escolheu como refúgio e onde aprendeu a surfar. A conexão começou há cerca de quatro anos e foi além das férias. Conhecida internacionalmente por ser a terra do campeão olímpico e mundial de surfe Ítalo Ferreira, a cidade também conquistou o coração do atacante do Manchester United.

Em entrevista concedida na Inglaterra, Matheus explicou a origem da comemoração.
“Quando eu vou para o Brasil, vou para uma pequena cidade perto da minha e eles começaram a me ensinar como surfar”, contou o jogador.
Um dos espaços que acompanhou de perto essa aproximação foi o Baía Formosa Surfe Club. Em publicação nas redes sociais, o perfil celebrou o sucesso do atleta com a camisa da Seleção Brasileira.
“É uma alegria enorme ver o talento de Matheus Cunha brilhando com a camisa da Seleção Brasileira”, destacou.
O carinho pela cidade é recíproco. Em dezembro de 2024, Matheus recebeu o título de cidadão formosense e participou da entrega de cestas básicas para moradores do município. Para a Copa do Mundo de 2026, ele também prometeu instalar um telão na praça de eventos para que a população pudesse acompanhar os jogos da Seleção.
De acordo com informações do g1, as visitas do atacante às praias de Baía Formosa se tornaram frequentes, assim como os registros surfando ao lado dos amigos que fez na cidade. Entre gols, homenagens e a celebração do surfe, Matheus Cunha reforça que, além das raízes paraibanas, também construiu uma história de afeto e pertencimento no litoral potiguar.