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Queda de braço
Sindicato dos Vigilantes rebate Sindesp e diz que tem cumprido Lei da Greve
Vigilantes do Rio Grande do Norte estão em greve desde o início desta semana, fazendo com que as agências bancárias suspendam o atendimento ao público
Redação
03/03/2018 | 12:44

Após o Sindicato das Emprestas de Segurança Privada do Rio Grande do Norte (Sindesp-RN) ter emitido nota afirmando, em um dos pontos, que o Sindicato dos Vigilantes (Sindsegur) está desrespeitando a Lei da Greve, o sindicato laboral rebateu e afirmou que tem, sim, cumprido com o que determina a legislação brasileira durante movimentos grevistas.

“Tanto a Lei de Greve quanto as decisões judiciais estão sendo respeitadas. Mas se a “abusividade do direito de greve” apontada pelos patrões se refere às fortes mobilizações da categoria, [que] fiquem cientes que ainda vamos gritar muito daqui pra frente”, diz a nota encaminhada pelo Sindsegur neste sábado, 3.

Em posicionamento dado na última sexta-feira, 2, o Sindesp disse que tanto a Lei de Greve quanto as decisões judiciais que foram proferidas pela 6ª Vara do Trabalho e pelo Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região (TRT 21), proibindo a abusividade do direito de greve, como o impedimento da livre circulação nas agências, estavam sendo “reiteradamente descumpridas pelo sindicato laboral”.

Além disso, o Sindesp desmentiu a informação de que havia reduzido em R$ 700 o salário de um dos vigilantes, bem como destacou que o Rio Grande do Norte é o estado nordestino que mais paga pela profissão. Segundo eles, a remuneração no estado é de R$ 1.684,77, enquanto que na Paraíba, estado vizinho, tem remuneração de R$ 1.280,55.

Sobre o salário, o Sindsegur também rebateu e banca a informação de que, atualmente, o salário da categoria no RN é de R$ 1.684,77. “[Os] outros valores dizem respeito a gratificações, como o adicional de periculosidade que é estendido aos vigilantes de todo o país”, justificou o sindicato.

Os vigilantes do Rio Grande do Norte estão em greve desde o início desta semana, fazendo com que as agências bancárias suspendam o atendimento ao público por falta de segurança. Não existe data para que o movimento grevista termine, ficando isso condicionado a um acordo entre os sindicatos.

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