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Goleador

Longe de ser unanimidade, Max se aproxima de marca histórica no América

Após os 4 gols anotados diante do Serrano-PB na abertura da Série D, 'Homem de Pedra', como é conhecido, está precisando de outros 9 tentos para se tornar o maior artilheiro da história rubra
Agora RN
07/05/2019 | 03:50

Quando chegou pela 1ª vez ao América, em 2006, o atacante Max jamais imaginaria que, 13 anos depois, continuaria prestigiado dentro do clube. Herói do acesso para a Série A naquele ano, marcando gol no jogo decisivo contra o Atlético-MG, o camisa 9 está se aproximando, em 2019, de uma marca importante com a camisa rubra: o topo da lista de artilheiros.

A proximidade de Max com o 1º lugar na história dos goleadores americanos, apesar de muito evidente, ficou mais forte no último fim de semana por consequência dos 4 gols que ele marcou diante do Serrano-PB, pela 1ª rodada da Série D. Esses 4 tentos, somados aos 73 que já havia marcado pelo clube, lhe deixaram a apenas 8 de distância do topo.

Longe de ser unanimidade, Max se aproxima de marca histórica no América
Longe de ser unanimidade, Max se aproxima de marca histórica no América
Max (2º da direita para a esquerda) celebrando acesso do América para a Série A, em 2006. (Foto: Reprodução / Vermelho de Paixão)

Atualmente, o goleador máximo da história rubra é o lendário atacante Helinho. Famoso por sua velocidade e eficácia na frente do gol, o “baixinho”, como era conhecido, marcou 85 vezes com a camisa do América. Aposentado há mais de uma década, ela vê pela primeira vez o trono que ocupa bastante ameaçado, mas, imagina-se, sem remorsos.

Max Brendon Costa Pinheiro, hoje com 35 anos, está em sua sexta passagem pelo América. A primeira, como dito, foi em 2006. Depois surgiram outras em 2007, 2009, 2011 e 2012 (tendo esta última durado até meados de 2015). No currículo, além do acesso para a Série A em 2006, tem também um acesso para a Série B em 2011 e dois títulos estaduais: 2015 e 2019.

Longe de ser unanimidade, Max se aproxima de marca histórica no América
Cenas de Max comemorando gols pelo América já repetiram 77 vezes de 2006 até aqui. (Foto: Canindé Pereira / América FC)

Natural de São Luís no Maranhão, o “Homem de Pedra”, considerado ídolo americano (embora nunca tenha sido unanimidade entre os torcedores, mas querido por boa parte deles), foi revelado pelo Tocantinópolis-TO, mas viveu suas melhores e preferidas fases sempre com a camisa do América, em Natal.

Além da equipe que lhe lançou no futebol, ele acumula passagens por outras agremiações como Corinthians-AL, Palmeiras-SP, Paraná-PR, Náutico-PE, Boavista-RJ, Caldense-MG, Sampaio Corrêa-MA, Guarani-SP, Cabofriense-RJ, Inter de Lages-SC e, no ano passado, o Globo de Ceará-Mirim, onde marcou 5 gols durante a Série C do Brasileirão.

Longe de ser unanimidade, Max se aproxima de marca histórica no América
Max, ao lado de Rodrigo Pimpão, celebrando gol diante do Atlético-PR na Copa do Brasil de 2014. (Foto: Nuno Guimarães)

Para marcar os 9 gols que lhe faltam e assumir a ponta da artilharia máxima americana, Max tem garantido neste momento outros 5 jogos nesta temporada que serão pela 1ª fase da Série D (dois contra o América-PE, dois contra o Bahia de Feira-BA e um contra o Serrano-PB). Caso o time avance no torneio, surgirão outras oportunidades, de acordo com a sequência.

Longe de ser unanimidade, Max se aproxima de marca histórica no América
Homem de Pedra cada vez mais próximo da consagração no clube. (Foto: Wendell Jefferson)